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	<title>Vida Espiritualidade &#187; Curiosidades</title>
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	<description>Recuperação e Manutenção da Saúde e da Vida</description>
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		<title>Aniversário &#8211; O Ritual da Transmutação</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 04:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Molina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Exercitando a Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias da Colunista Mônica Molina]]></category>
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		<description><![CDATA[Pra você nesta Data Querida Muitas Felicidades! &#160; Olá Pessoal! Estas é uma das matérias mais interessantes do blog, comemorar aniversário é muito bom, não é mesmo?! Poder reunir a família e os amigos, um momento fraternal e de alegria. Algumas pessoas dizem que sempre no período próximo a data e principalmente o dia do]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><em><span style="color: #000000;">Pra você nesta Data Querida</span></em></h4>
<h4 style="text-align: center;"><em><span style="color: #000000;">Muitas Felicidades!</span></em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Olá Pessoal! Estas é uma das matérias mais interessantes do blog, comemorar aniversário é muito bom, não é mesmo?! Poder reunir a família e os amigos, um momento fraternal e de alegria. Algumas pessoas dizem que sempre no período próximo a data e principalmente o dia do aniversário é muito negativo atraindo sempre &#8220;coisas&#8221; ruins.</p>
<p>Eu descordo totalmente! Vejo como um dia tão abençoado, pois foi nesta data que tivemos a oportunidade de encarnar, de entrar nesse mundo, além disso vejo como um encerramento de um ciclo e começo de outro, uma nova fase. E podemos ir mais além, utilizar este dia de nosso nascimento para fazer um Ritual onde trará realizações plenas e é nesta matéria que entenderá mais sobre está <strong>Grande Data Querida</strong>.</p>
<p><span id="more-5940"></span><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Aniversário2.jpg" rel="lightbox[5940]" title="Aniversário"><img class="alignright size-full wp-image-5962" title="Aniversário" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Aniversário2.jpg" alt="" width="240" height="248" /></a>A Origem deste Ritual remota o Antigo Egito. Ele é realizado por magistas em todo o mundo &#8211; e imitado praticamente por todas as pessoas do Planeta, sem que estas tenham conhecimento do que poderiam realizar se soubessem o que estão fazendo.</p>
<p>Durante cerca de 15 minutos por ano, o Sol entra em Conjunção Perfeita (zero graus) com o Sol do Mapa de cada pessoa da Terra. Isto ocorre no <strong>Dia do Aniversário</strong> de cada um e é o <strong>período mais forte do ano</strong> para a realização deste<strong> ritual de transmutação</strong>.</p>
<p>Para ampliar ainda mais o poder do magista para este ritual, neste dia ele reúne seus melhores amigos que, através de presentes &#8211; que normalmente são pequenos objetos feitos pelas mãos de quem presenteia, de maneira a serem receptáculos da emanação da <strong>¹</strong>Thelema de cada um dos convidados &#8211; emprestam sua energia pessoal para que o magista realize uma evocação.</p>
<p style="padding-left: 180px;"><strong>¹Thelema </strong>- A palavra Thelema (pronuncia-se Télema) tem origem grega e significa <strong>Vontade</strong> ou <strong>Intenção</strong>. Mas este termo é associado a uma doutrina registrada pela primeira vez na literatura no século XVI. No ano de 1532, François Rabelais cita em sua aventura épica Gargantua e Pantagruel, a fundação de uma abadia de Thelema. Segundo o autor, uma doutrina que se chocava com os ideais católicos da época.</p>
<p style="padding-left: 180px;">A proposta do Thelema está baseada essencialmente na liberdade e individualidade humana, ou seja, o cultivo e satisfação plena das próprias vontades, No Thelema toda ação individual é válida, pois é necessária a evolução. Porém, é importante que cada indivíduo descubra-se interiormente pela própria espiritualidade.</p>
<p>Os presentes funcionam como transmissores da energia daquela pessoa para o magista (objetos ficam impregnados com as intenções de quem os tocam), mas podem ser substituídos por abraços (com intenção magística). O importante é que cada convidado saiba o que está fazendo, que a <strong>Intenção</strong> e <strong>Vontade</strong> seja <strong>sincera</strong>.</p>
<p>No instante da conjuração, imbuído da energia emprestada de <strong>Todos</strong> os convidados, o Magista poderá “fazer os seus pedidos” &#8211; evocar um Elemental do Fogo que, durante o próximo ano, tentará realizar o desejo expresso pelo magista no melhor de suas habilidades.</p>
<p>Esta conjuração é feita acendendo uma vela (magia do elemento fogo)e expressando o desejo do mago, da maneira tradicional. A vela não deve ser apagada e é removida para o altar ou para algum outro local na residência e deixada queimar até o final.</p>
<p>Após este pedido, o Magista devolve a energia emprestada aos convidados, através do verbo (sopro), para o bolo ou pão que será repartido entre eles (é a origem das comemorações envolvendo bolos e velas, com a diferença que não é a vela que se deve assoprar, mas o bolo). Esta parte do ritual chama-se <strong>²ágape</strong>.</p>
<p style="padding-left: 180px;"><strong>²Ágape </strong>- é uma das diversas palavras gregas para o amor.</p>
<blockquote><p>Todo o processo é um fluxo de energia vindo de todos os convidados para o Magista. Usada na evocação e depois a devolução desta energia repartida entre todos os convidados.</p></blockquote>
<p>Claro que nos dias de hoje, praticamente todo este significado está perdido, presentes viraram meras formalidades, muitas pessoas acabam comprando sem nenhuma intenção ou amor ou amizade, mais como obrigação do que como desejo de prosperidade para a pessoa, a comemoração propriamente dita virou uma algazarra e a vela é assoprada no final, para que desejo seja apagado junto com o elemental (que nem chega a ser invocado, já que quem acende a vela não faz a menor idéia do que está fazendo ali ou do por quê está acendendo aquela vela).</p>
<p>O bolo também virou apenas um evento gastronômico, sem nenhuma meditação ou entendimento do que está sendo feito naquele momento entre todas aquelas pessoas ou que energias poderiam ser trabalhadas ali.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Que tal tentar realizar este Ritual?</span></h4>
<p>Você poderá realizar uma festa formal para os convidados de sempre;</p>
<p>E por em prática este ritual somente com algumas &#8220;pessoas especiais&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><em><span style="color: #000000;"><strong>Um Grande Abraço e Boas Comemorações cheios de muita Boa Energia para Todos!</strong></span></em></h4>
<blockquote><p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Fontes</strong></span><br />
<span style="color: #333333;">Matéria baseada do blog Teoria da Conspiração – Por Marcelo Del Debbio</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Imagem Título by Pecado da Gula</span></p></blockquote>
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		<title>OS SIMBOLISMOS DE BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 04:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Molina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alquimia]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna Exercitando a Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias da Colunista Mônica Molina]]></category>
		<category><![CDATA[Branca de Neve]]></category>
		<category><![CDATA[Conto de Fadas]]></category>
		<category><![CDATA[Príncipe Encantado]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Anões]]></category>
		<category><![CDATA[Simbolismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Queria ter uma filha tão alva quanto a neve, tão vermelha como este sangue e tão negra como o ébano desta janela. Pouco tempo depois lhe nasceu uma filha que era branca como a neve, vermelha como o sangue e com uns cabelos negros como ébano. Branca de Neve! Era uma vez, no auge do]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object width="640" height="510" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vqT_X4PgwL4?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="510" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/vqT_X4PgwL4?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><em>Queria ter uma filha tão alva quanto a neve, tão vermelha como este sangue e tão negra como o ébano desta janela. </em></span></h4>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><em>Pouco tempo depois lhe nasceu uma filha que era branca como a neve, vermelha como o sangue e com uns cabelos negros como ébano.</em></span></h4>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><em>Branca de Neve!</em></span></h4>
<blockquote><p>Era uma vez, no auge do inverno, quando flocos de neve caem como plumas das nuvens, uma rainha estava sentada à janela de seu palácio, costurando as camisas de seu marido. Nisto, levantou os olhos, espetou um dedo e caíram gotas de sangue na neve. E vendo o vermelho tão bonito sobre o branco, a rainha pensou:– Queria ter uma filha tão alva quanto a neve, tão vermelha como este sangue e tão negra como o ébano desta janela. Pouco tempo depois lhe nasceu uma filha que era branca como a neve, vermelha como o sangue e com uns cabelos negros como ébano. Por isso lhe puseram o nome de Branca de Neve. Mas, quando ela nasceu, a mãe morreu…</p></blockquote>
<p><strong><em>Assim começa um dos contos de fadas mais famosos para crianças…</em></strong></p>
<p><span id="more-5771"></span>Olá Pessoal! Começar a matéria com este trecho do contos de fadas de Branca de Neve, nos faz relembrar de quando éramos crianças, principalmente quando passavam os filmes da Disney na televisão&#8230;</p>
<p>Éééé, mas se pararmos para pensar, como um conto tão antigo consegue atravessar gerações e gerações, nunca perdendo o seu encanto? Será mesmo que a Branca de Neve, como muitos outros contos que conhecemos, foi escrito originalmente e inocentemente para crianças?</p>
<p>Então me acompanhe através da <strong>Versão Original de Branca de Neve </strong>e percebam os <strong>Simbolismos</strong> profundo por trás deste conto que atravessa gerações e gerações.</p>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca.jpg" rel="lightbox[5771]" title="Branca de Neve"><img class="alignleft size-full wp-image-5830" title="Branca de Neve" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca.jpg" alt="" width="314" height="230" /></a>Logo de saída, a história de Branca de Neve nos indica que o ponto de vista a ser tomado para entendê-la mais profundamente é, sem dúvida, o iniciático. Chama atenção que o personagem central, Branca de Neve, sintetize em si as três cores que simbolizam, no Hermetismo, as três etapas da prática espiritual estabelecida por aquela doutrina:<strong> o negro, o branco e o vermelho</strong>, que correspondem respectivamente, ao <strong>Nigredo</strong>, <strong>Albedo</strong> e <strong>Rubedo</strong> dos <strong>Alquimistas</strong>. Além disso, os sete anões, que trabalham numa mina buscando ouro, são uma clara alusão a outro aspecto do simbolismo alquímico, que nos informa ser a meta do alquimista a transformação dos metais impuros em ouro.</p>
<p>Não é também por acaso que a história se divide claramente em três partes.</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Primeira Parte</strong> &#8211; Branca de Neve vive no castelo comandado pela rainha má desde o nascimento (Malkuth<strong>¹</strong>) até quando foge do caçador pela floresta</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Segunda Parte </strong>- vive na casa dos sete anões até se engasgar com a maçã envenenada</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Terceira Parte</strong> &#8211; vive no castelo do príncipe unida com ele, <em>“felizes para sempre”</em></span></li>
</ul>
<p>É evidente aqui a aplicação do simbolismo do número três aos graus do conhecimento e, por extensão, às três fases da realização na via espiritual.</p>
<p style="padding-left: 180px;"><strong>¹Malkuth</strong> &#8211; é a manifestação final das forças da Árvore da Vida, o último estágio da energia onde ela se solidifica. Porém, Malkuth não é formada apenas pela matéria, mas também seu aspecto psíquico e sutil.</p>
<p style="padding-left: 180px;">Em <strong>Malkuth</strong> aprende-se a lidar com a matéria e perceber sua real influência e poder. Ignorando esta lição, o magista fatalmente fracassará se tentar elevar-se na Árvore, pois a influência dos quatro elementos o acompanhará enquanto habitar este plano. Portanto, uma operação no plano de Malkuth é realizada por uma ação no plano físico.</p>
<p>A essência e o objetivo da via espiritual iniciática é a união com Deus. Essa união só é possível porque ser homem é sê-lo à imagem e semelhança de Deus. O mito de Adão (Hochma<strong>²</strong>) e Eva (Binah<strong>²</strong>) nos ensina que, depois da queda, este aspecto essencial do humano tornou-se ineficiente. Por isso, toda e qualquer tentativa de reintegração da forma humana no seu Arquétipo infinito e divino, (a tal da volta ao Paraíso), só é possível se antes for regenerada à pureza do estado original humano. Por conta disso, chegamos à máxima alquímica da “transmutação do chumbo em ouro”, que nada mais é do que a reintegração da natureza humana na sua nobreza original.</p>
<p style="padding-left: 180px;"><strong> </strong><strong>²Hochma</strong> &#8211;  Sabedoria<br />
<strong> </strong><strong>²Binah</strong> &#8211; Mãe Superior</p>
<p style="padding-left: 180px;">Em <strong>Hochma</strong> a <strong>Binah</strong> temos, respectivamente, o <strong>positivo</strong> e o <strong>negativo</strong> arquetípicos; a <strong>masculinidade</strong> e a <strong>feminilidade</strong> primordiais.</p>
<p>Comparando a história da Branca de Neve com a mitologia Bíblica, de modo análogo ao relato do Gênesis, o conto diz que, no princípio, viviam em harmonia complementar um par de opostos, o Rei e a Rainha-Mãe boa &#8211; Novamente: Adão e Eva primordiais, ou Hochma e Binah, além do Abismo.</p>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Bruxa-Má1.jpg" rel="lightbox[5771]" title="Rainha Má"><img class="alignright size-full wp-image-5832" title="Rainha Má" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Bruxa-Má1.jpg" alt="" width="300" height="237" /></a>Com a morte da Rainha-Mãe e após o nascimento de Branca de Neve instaura-se um desequilíbrio, uma espécie de afastamento da unidade, que é representado pela chegada da rainha má (o Demiurgo<strong>³</strong>). Assim, depois da morte da mãe, Branca de Neve perde sua dignidade de princesa no castelo do pai e se torna uma serva da madrasta má. Branca de Neve, apesar de ter a marca das três cores, que a qualifica como um ser especial, cai numa função subalterna dentro do mundo profano, marcado pela dualidade, pela dispersão, pelas paixões e dominado pela rainha má (que simboliza ao mesmo tempo as paixões vis e a Igreja dogmática). O conto nos mostra que é necessário reunir em si o disperso, reintegrar-se em retiro além da floresta e nas montanhas, para depois se unir ao Espírito, que aqui é sem dúvida figurado pelo Príncipe (Tiferet, ou o espírito Crístico).</p>
<p style="padding-left: 180px;"><strong>³Demiurgo</strong> - uma Divindade ou força criativa que deu forma ao mundo material, responsável pela criação do universo físico, uma Divindade subordinada à Divindade Suprema, algumas vezes considerada como o Criador do Mal outras vezes um ser imperfeito, que impede as almas humanas de voltarem a se integrar aos poderes Divinos.</p>
<p>A rainha madrasta descobre que Branca de Neve é a mais bela quando esta última faz sete anos. A rainha má é obcecada com a comparação quantitativa do aspecto estético (beleza física) e, portanto, apenas sensorial da realidade (Malkuth, ou podemos assim dizer Matrix). Ela é incapaz de perceber qualquer beleza interior. A unidade do belo, do bem e da verdade que todas as tradições religiosas e filosóficas sérias proclamam não existe na Rainha má, por causa de uma concentração exagerada da inteligência dela no aspecto mais externo da realidade material (a ciência).</p>
<p>No íntimo do ser humano, o bem é bonito e o belo é verdadeiro. Significativamente, e por compensação, a Rainha má manda um caçador matar Branca de Neve e trazer-lhe o coração, para que ela o coma. O <strong>coração</strong>, que no simbolismo astrológico e cabalístico é representado pelo Sol, e no alquímico pelo ouro, é considerado, nas mais diversas tradições, a morada do espírito, o centro (anatômico e simbólico) do ser onde habita o Divino. No entanto, o coração que a Rainha come (ou que ela pode comer) é o de um animal, que o caçador compadecido sacrifica no lugar de Branca de Neve. Consciente, daí por diante da enorme ameaça de destruição existente no mundo da rainha, e insatisfeita com ele, a alma qualificada (Yesod &#8211; Plano Astral) foge correndo pela floresta. Sua vida acaba num mundo e se inicia em outro. Mas, essa iniciação não acontece antes que ela passe por uma provação que se revela, no fundo, uma purificação.</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>A Floresta e as Provas Antes da Iniciação</strong></span></h3>
<blockquote><p>A pobre Branca de Neve ficou sozinha, e transida de dor se pôs a caminhar, no escuro da floresta, por entre as árvores sem saber que rumo tomar. De repente começou a correr assustada com o barulho dos trovões, com o clarão dos relâmpagos e com a chuva que começava a cair. Correu saltando pedras e atravessando sarças; e os animais selvagens pulavam quando ela passava, mas não lhe faziam mal, ela correu até seus pés se recusarem a continuar, e como já era noite e viu uma choupana ali perto, entrou nela para descansar. Na choupana era tudo muito pequeno, porém nada podia ser mais limpo ou mais gracioso. No centro, via-se uma mesa coberta com uma toalha branca, e nela estavam sete pratinhos, cada um com sua colher, sua faca e seu garfo; havia também sete copinhos do tamanho de dedais. De encontro à parede se viam sete pequenos leitos, numa só fileira cobertos, cada um deles, com lençóis brancos como a neve.</p></blockquote>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca-de-neve-floresta.jpg" rel="lightbox[5771]" title="Branca de Neve"><img class="alignright size-full wp-image-5804" title="Branca de Neve" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca-de-neve-floresta.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a>O texto parece sugerir que as provações iniciáticas são ritos preparatórios da iniciação propriamente dita. Elas representam uma preparação necessária, de tal forma que a iniciação mesma é como se fosse sua conclusão ou seu fim imediato. É bom lembrar que elas tomam a forma de viagens simbólicas em certas tradições (maçonaria, rosacruz, druidismo, wicca) e podem mesmo se apresentar como uma busca ou procura, que conduz o indivíduo das trevas do mundo profano para a <strong>Luz da Iniciação</strong>.</p>
<p>No fundo, as provações são essencialmente ritos de purificação; e essa é a explicação verdadeira para essa palavra num sentido claramente alquímico. A corrida de Branca de Neve pela floresta representa de modo muito preciso exatamente isso: uma viagem do mundo profano – figurado pelo castelo da Rainha má, que é um mundo de maldade e mentira, o reflexo da mentalidade dela mesma – até o local claro, limpo e protegido, nas montanhas, onde se localiza a casa dos sete anões. É uma viagem do mundo exterior para um outro interior, onde ela vai encontrar e aprender a lidar com as <strong>sete faculdades</strong> de conhecimento corporal que estão esquecidas no mais íntimo dela mesma (os tais<strong> sete pecados capitais</strong>).</p>
<p>A chuva que aparece na nossa história mostra que o essencial nos ritos de purificação é que eles operam pelos “<strong>elementos</strong>”, entendidos no sentido cosmológico do termo, pois que elemento implica em ser simples; e dizer simples é o mesmo que dizer incorruptível. A <strong>água</strong> é um dos <strong>elementos mais usados</strong> nos <strong>ritos de purificação </strong>de quase todas as tradições (o próprio batismo copiado em inúmeras tradições religiosas).</p>
<p>Talvez porque ela simbolize a substância Universal. Notem a presença da limpeza e da cor branca na casa dos anões, indicadoras de que, depois da corrida pela floresta, a purificação se completou.</p>
<p>A casa dos anões é o Plano Mental, na qual todas as batalhas pela evolução do ser serão travadas até a conclusão do conto.</p>
<blockquote><p>Depois, estava tão cansada que se deitou numa das camas, mas não se sentiu à vontade. Experimentou outra e era muito comprida; a quarta era muito curta; a quinta dura demais; porém, a sétima era exatamente a que lhe convinha, e metendo-se nela se dispôs a dormir, não sem antes ter-se encomendado a Deus. Quando era noite regressaram os donos da choupana. Eram os sete anões que sondavam e perfuravam as montanhas em busca de ouro. A primeira coisa que fizeram foi acender sete pequenos lampiões, e imediatamente se deram conta – depois de iluminada toda a habitação – de que alguém havia entrado ali, já que não estava tudo na mesma ordem em que haviam deixado. (…) observando seus leitos gritaram: – Alguém deitou nas nossas camas! Mas, o sétimo anão correu à dele, e vendo Branca de Neve dormindo nela, chamou os companheiros que se puseram a gritar de assombro e levantaram seus sete lampiões Iluminando a menina.</p></blockquote>
<p>Depreende-se desse trecho da história que, desde o ponto de vista das iniciações, a purificação tem como fim conduzir o ser a um estado de simplicidade indiferenciada comparável com o da matéria prima (ou pedra bruta), para usar uma expressão da Alquimia, afim de que ele se torne apto a receber o Fiat Lux iniciático; é preciso que a influência espiritual, cuja transmissão vai dar a ele essa iluminação primeira, não encontre nenhum obstáculo devido a pré-formações desarmônicas provenientes do mundo profano (ou, em palavras mais claras, é necessário passar pelas provações dos sete planetas, por isso Branca de Neve deita-se em todas as camas). Relaxada e entregue, Branca de Neve não oferece nenhuma resistência à <strong>Luz</strong> dos <strong>Sete</strong> lampiões dos anões.</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Os Anões</strong></span></h3>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca-de-neve-anoes.jpg" rel="lightbox[5771]" title="Branca de Neve e os Anões"><img class="alignright size-full wp-image-5809" title="Branca de Neve e os Anões" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca-de-neve-anoes.jpg" alt="" width="326" height="245" /></a>Abandonar o mundo escuro e encontrar a Luz tem suas conseqüências. Existem algumas indicações, sobre quais são essas conseqüências da “saída da floresta escura”. A floresta representa o estado de vício e ignorância do homem. Estar perdido na floresta é o mesmo que estar perdido no labirinto da multiplicidade da manifestação.</p>
<p>Ora, a saída da floresta escura, ou, o que dá no mesmo, a morte ao mundo profano, implica logicamente numa mudança de mentalidade que surge como a primeira parte da fase inicial de mudança no direcionamento geral do ser, que é necessária para alcançar um grau mais elevado de Clareza e Iluminação. É evidente que a primeira providência prática, para alcançar essa mudança mental, está na revisão dos pontos de vista e das convicções pessoais, dos hábitos mentais, dos coágulos das emoções negativas… ou seja, lapidar a pedra bruta até chegar ao elixir da longa vida.</p>
<p>Por isso mesmo, Branca de Neve deve se submeter a certas condições para poder ficar na casinha dos anões. As condições para ela ficar na casa eram:</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Primeiro</strong> &#8211; seguir os conselhos deles para não abrir a porta para ninguém, porque a Rainha má com o poder de se disfarçar e enganar, poderia atacá-la e matá-la</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Segundo</strong> &#8211; manter a casinha sempre limpa e arrumada. Essa disciplina (em Branca de Neve) e essa limpeza interior (na casa dos anões, que representa nossa mente) são um espécie de treino para dominar todas as tendências obscuras e irracionais da alma, ambas necessárias para a realização do ouro interno, na sua pureza e luminosidade imutáveis. Isto corresponde ao que a alquimia chama de “extração dos metais nobres a partir dos metais impuros por meio da intervenção dos elementos solventes e purificadores, como o mercúrio e o antimônio, em conjunção com o fogo, e que se efetua inevitavelmente contra a resistência e a revolta das forças caóticas e tenebrosas da natureza”.</span></li>
</ul>
<p>Os anões são os conhecedores da técnica que permite a realização desse trabalho, porque eles sabem extrair ouro da montanha. Na alma do homem são como que lampejos primitivos de consciência, de iluminação e de revelação. Anões são os gênios da terra, os famosos gnomos.</p>
<p>Como o texto nos diz que são sete, eles correspondem exatamente aos sete metais/planetas que os alquimistas designavam pelos mesmos símbolos usados na astrologia para os sete planetas. <strong>Sol &#8211; Ouro, Lua &#8211; Prata, Mercúrio &#8211; Mercúrio, Vênus &#8211; Cobre, Marte &#8211; Ferro, Júpiter &#8211; Estanho e Saturno &#8211; Chumbo</strong>. Essas correspondências colocam em evidência a relação que existe entre a alquimia e a astrologia e que se fundamenta no princípio que a Tábua de Esmeralda exprime assim: “O que está embaixo é semelhante ao que está em cima“. Por isso, Saturno, que é o planeta mais alto para Astrologia pois corresponde ao sétimo céu, eqüivale, na alquimia, ao chumbo, que está no ponto mais baixo da hierarquia. A hierarquia dos planetas é ativa, enquanto a dos metais é passiva.</p>
<p>No próprio filme da Disney, os anões representam estas características dos metais e dos planetas, como :</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Mestre/Doc</strong> &#8211; O mais velho dos anões, representa o <strong>Sol</strong>, o líder</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Feliz/Happy</strong> &#8211; representa a bonança e a fartura de <strong>Júpiter</strong>, gordinho e feliz.</span></li>
</ul>
<p>Mestre e Feliz, juntos são os dois anões mais gordinhos na concepção de Disney.</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Zangado/Grumpy</strong> &#8211; representando a Ira de Marte</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Dengoso/Bashful</strong> &#8211; representando a beleza de Vênus</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Soneca/Sleepy </strong>- representando a Lua e seu pecado capital Preguiça</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Atchim/Sneezy</strong> &#8211; representando as atormentações de Saturno</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Dunga/Dopey</strong> &#8211; Mercúrio, o mais rápido dos planetas, e também o menorzinho deles.</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">Mas, voltemos à parte do texto que descreve na linguagem simbólica e, portanto, mais rica do conto original:</span></p>
<blockquote><p>Quer ser encarregada de nossa casa? Será nossa cozinheira, fará as camas, lavará a roupa, coserá, fará meias para nós e conservará tudo limpinho e arrumado. Se trabalhar bem ficaremos com você, não terá falta de nada e será nossa Rainha. Branca de Neve respondeu: – Aceito, de todo meu coração! E foi assim que ela ficou com os anõezinhos e tomou conta da casa deles. De manhã os anões saiam pelas montanhas para procurar ouro, e quando regressavam, à noite, encontravam a comida preparada. Durante o dia a menina ficava sozinha, e por isto os anões nunca deixavam de lhe dizer quando saiam: – Tome cuidado com sua madrasta, que mais cedo ou tarde acabará sabendo que você está aqui, e não deixe entrar ninguém.</p></blockquote>
<p>O tempo que Branca de Neve fica na casa dos anões é um tempo de treinamento, disciplina interior e aprendizado. É nesse período, durante o qual acontecem seus três perigosos encontros com a madrasta disfarçada, que ela aprende a usar a sabedoria representada pelos anões (que no fundo está nela mesma) para lidar com os elementos ainda não ordenados que tem dentro de si.</p>
<p>As práticas ou rituais – implícitas no processo iniciático – preparam para o contato com o poder unificador do Espírito (Tiferet, a iluminação), cuja presença exige que a substância psíquica tenha se tornado um todo unificado. Os elementos mais ou menos dispersos de nossa personalidade mundana são, desse modo, compelidos a juntar-se. E, alguns deles chegam enraivecidos, vindos de lugares ocultos, remotos ou obscuros com os poderes inferiores ainda agarrados a eles. É mais correto dizer, neste caso, que é o inferno que ascende do que afirmar que é o praticante que desce nele.</p>
<p>Quem sai do seu castelo enraivecida pela inveja e vai procurar Branca de Neve é a Madrasta, e não o contrário! Essa guerra das forças inferiores conduz a uma verdadeira batalha que tem a alma como campo de luta (a tal simbologia da luta entre o “céu” e o “inferno” pelas nossas almas).</p>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Bruxa-Má2.jpg" rel="lightbox[5771]" title="Rainha Má"><img class="alignleft size-full wp-image-5818" title="Rainha Má" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Bruxa-Má2.jpg" alt="" width="240" height="172" /></a>As três tentativas da rainha má para matar Branca de Neve mostram, que no começo do caminho os elementos psíquicos pervertidos estão de certo modo adormecidos e afastados do centro da consciência, do mesmo modo que a madrasta está no castelo, longe da casa dos anões. Eles devem ser primeiramente acordados, pois não podem ser redimidos e transformados dentro do seu sono. E é no momento em que despertam, num estado de ódio enfurecido contra a nova ordem, que existe sempre o risco de que eles se apossem de toda a alma. O que não acontece no conto porque os anões, que são as partes de conhecimento da alma, não são atingidos pela rainha e por isso salvam a princesa nas duas ocasiões em que a madrasta disfarçada tenta matá-la. A <strong>primeira</strong> através de sufocação com um espartilho apertado e a <strong>segunda</strong> com um pente envenenado na cabeça (estas partes acabaram ficando de fora da versão de desenho animado, mas constam da versão original do conto).</p>
<p>Esses episódios são descrições simbólicas da transformação do metal vil em metal nobre. As faculdades corporais de conhecimento, representadas pelos anões, começam a atuar de modo consciente e é através de seu uso que Branca de Neve se salva por duas vezes.</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>A Morte de Branca de Neve</strong></span></h3>
<p>A palavra morte deve ser compreendida neste caso no seu sentido mais geral, segundo o qual pode-se dizer que toda a mudança de estado, qualquer que seja, é ao mesmo tempo uma morte em relação a um estado antecedente e um nascimento em relação ao estado seguinte (como no mito da Fênix).</p>
<p>A iniciação é geralmente descrita como um segundo nascimento que implica, logicamente, na morte para o mundo profano. É bom lembrar que toda mudança de estado deve se passar nas trevas, no escuro, o que explica o simbolismo da cor negra quando relacionada a esse assunto. O candidato à iniciação deve passar pela obscuridade completa antes de alcançar a verdadeira luz. É nesta fase de obscuridade que se dá a chamada “descida aos infernos”, que é uma espécie de recapitulação dos estados antecedentes, através da qual as possibilidades relacionadas ao estado profano serão definitivamente esgotadas, afim de que o ser possa, daí por diante, desenvolver livremente as possibilidades de ordem superior que ele carrega consigo e cuja realização pertence propriamente ao domínio iniciático.</p>
<p>No nosso conto, Branca da Neve “morre” ou muda de estado, depois que come uma maçã. Come? Não. Ela se engasga. Os anões conseguem ressuscitar Branca de Neve por duas vezes, mas não são competentes para fazê-lo quando se trata da maçã porque, como explicaremos em seguida, a maçã representa, não uma provação de ordem corporal, e sim uma do domínio da inteligência, pois que a <strong>maçã é o fruto símbolo do conhecimento.</strong></p>
<h3><span style="color: #000000;"><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca-de-neve.jpg" rel="lightbox[5771]" title="Branca de Neve"><img class="alignright size-full wp-image-5823" title="Branca de Neve" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca-de-neve.jpg" alt="" width="302" height="227" /></a><strong>A Maçã</strong></span></h3>
<p>Desde a maçã de Adão e Eva até o pomo da Discórdia, passando pelo pomo de ouro do jardim das Hespérides (na mitologia grega, são primitivas Deusas que representavam o espírito fertilizador da Natureza), encontramos, em todas as circunstâncias, a maçã como um meio de conhecimento. Ela está carregada de duplicidade pois, ora é o fruto da <strong>Árvore da Vida </strong>que está no meio do Paraíso e ora é o fruto da Árvore da Ciência do bem e do mal que, paradoxalmente, lá também se encontra. Pode ser, portanto, conhecimento unificador que confere a imortalidade ou conhecimento desagregador que provoca a queda.</p>
<p>Se examinamos seu simbolismo, também, desde o ponto de vista de sua estrutura física, podemos constatar novamente essa duplicidade característica dos meios de conhecimento. Assim, ela é símbolo do conhecimento, pois um corte feito perpendicularmente ao eixo revela que, no seu íntimo, está um pentagrama, símbolo tradicional do saber, desenhado pela própria disposição das sementes. Por outro lado, o pentagrama é também um símbolo do homem-espírito e desde esse ponto de vista ela indica, ao mesmo tempo, a involução do espírito dentro da matéria.</p>
<blockquote><p>A Rainha disfarçada bateu à porta, e Branca de Neve enfiou a cabeça e disse:</p>
<p>- Não posso deixar ninguém entrar. Os sete anões me proibiram isso.</p>
<p>- Pior para mim, disse a velha, pois terei de voltar para casa com minhas maçãs. Mas, olhe, eu lhe dou esta de presente.</p>
<p>- Não tenho coragem de comer, respondeu Branca de Neve.</p>
<p>- Será que está com medo? gritou a velha.</p>
<p>- Olhe vou parti-la em duas metades; você come a parte de fora e eu comerei a de dentro. ( A maçã estava preparada com tanta habilidade que só as partes vermelhas estavam envenenadas).</p></blockquote>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca-de-neve3.jpg" rel="lightbox[5771]" title="Branca de Neve"><img class="alignright size-full wp-image-5827" title="Branca de Neve" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca-de-neve3.jpg" alt="" width="240" height="163" /></a>Os anões não enterraram Branca de Neve, mesmo depois que a encontraram envenenada pela maçã e não conseguiram ressuscitá-la, porque depois de passar por essa fase, <strong>Albedo</strong>, não se volta mais ao <strong>Nigredo</strong>, pois o processo segue em frente para o <strong>Rubedo</strong>, que é a união com o Espírito representado pelo príncipe. As cores alquímicas e seu simbolismo (indicadas também pelas aves que lamentam Branca de Neve) são claramente mostradas no texto abaixo:</p>
<blockquote><p>Quando os anõezinhos regressaram à noite encontraram Branca de Neve estendida no chão e aparentemente morta. Levantaram-na e procuraram nela alguma coisa venenosa, desapertaram-lhe o vestido e até lhe despentearam os cabelos e a lavaram com água e vinho. Mas, de nada serviu. A querida menina parecia realmente morta. Estenderam-na então num ataúde e os sete anões colocaram-se à sua volta e choraram sem cessar durante três dias e três noites. Depois quiseram enterrá-la, mas vendo-a tão fresca e com as faces tão coradas disseram uns para os outros:</p>
<p>- Não podemos enterrá-la na terra negra.</p>
<p>E encomendaram uma caixa de cristal transparente. Através dela se via o corpo de Branca de Neve por todos os lados e os anões escreveram seu nome em letras douradas no vidro, dizendo que ela era filha de um Rei. Depois colocaram a caixa de cristal no alto de uma rocha e sempre ficava ali um deles vigiando. Até os animais selvagens lamentaram a perda de Branca de Neve: primeiro chegou um bufo, depois um corvo e por último uma pomba. Durante muito tempo Branca de Neve permaneceu placidamente estendida em seu féretro. Nada mudou em seu rosto e parecia que estava adormecida, pois continuava negra como ébano, branca como a neve, vermelha como o sangue.</p></blockquote>
<p>Como dissemos acima, a maçã é um símbolo do Mundo. Mas, o que a Rainha má oferece a Branca de Neve é <strong>Apenas</strong> o aspecto mais externo, mais atraente e venenoso deste Mundo com o qual ela tem que entrar em contato para dominá-lo (novamente, temos um paralelo com Matrix). A história nos conta que, apesar de aparentemente morta, Branca de Neve mantinha o mesmo frescor de pele e a beleza luminosa do tempo em que estava viva. Isso nos indica que a alma, com o corpo transfigurado e dissolvido nela, está pronta para que o Espírito aja sobre ela e a torne indestrutível.</p>
<blockquote><p>Passaram-se meses, e aconteceu que o filho do rei viajava pelo bosque, e entrou na casa dos anões para passar a noite. Não tardou a dar-se conta do ataúde de cristal no alto da rocha, contemplou nele a bela jovem que repousava, e leu a inscrição dourada. Depois que leu, disse, dirigindo-se aos anões:</p>
<p>- Dêem-me esta caixa, e pagarei o quanto quiserem por ela.</p>
<p>Mas os anões responderam:</p>
<p>- Não venderemos nem por todo o ouro do mundo.</p>
<p>- Então quero-a de presente, disse o príncipe, porque não poderei viver sem Branca de Neve.</p>
<p>Os anões vendo a ansiedade com que ele fazia o pedido, ficaram compadecidos, e acabaram entregando a caixa, e o príncipe ordenou a um dos seus servos que a carregasse nos ombros. Mas, aconteceu que este tropeçou numa raiz, e com o baque, saltou no chão o pedaço da maçã envenenada que estava na boca de Branca de Neve. Imediatamente esta abriu os olhos e levantando a tampa da caixa de cristal, voltou a si, e perguntou:</p>
<p>- Onde estou eu ?</p>
<p>- Está salva e a o meu lado! respondeu o príncipe cheio de alegria. E lhe contou o que havia sucedido, terminando por lhe suplicar que o acompanhasse ao castelo do rei seu pai, pois ele a queria para esposa. Branca de Neve aceitou, e quando chegaram ao palácio celebraram-se as bodas o mais rapidamente possível, com o esplendor e magnificência adequados a tão feliz sucesso.</p></blockquote>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca-de-neve4.jpg" rel="lightbox[5771]" title="Branca de Neve"><img class="alignleft size-full wp-image-5837" title="Branca de Neve" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/branca-de-neve4.jpg" alt="" width="257" height="204" /></a>O pedaço da maçã, que Branca de Neve não engoliu e, portanto, não se tornou parte dela é um último vestígio do mundo que nela se mantinha, de certo modo, sobreposto. Ele é retirado com a presença do príncipe. O <strong>Espírito</strong>, então, dá a forma final à alma.</p>
<p>Existe uma versão do conto, bem antiga, na qual o Príncipe mantém relações sexuais com a Branca de Neve e o movimento da relação é que faz o pedaço de maçã escapar da garganta da princesa.</p>
<h4><span style="color: #000000;"><strong>E a Rainha Má?</strong></span></h4>
<blockquote><p>A Rainha má a princípio resolveu não ir às bodas, mas depois não pode resistir ao desejo de ver a jovem Rainha, e, quando entrou e reconheceu Branca de Neve, de tanta raiva, e de tanto assombro, ficou como pregada no chão. Levaram-lhe então, seguros por uma tenazes, uns sapatos de ferro, aquecidos em brasa, e com eles a rainha teve que bailar até cair morta.</p></blockquote>
<p>O mundo manifestado, feito de agitação e desejo, esgota-se em seu próprio movimento, quando posto em frente da unidade do Espírito. O casamento, símbolo da unidade e do encontro dos opostos toma aqui uma acepção específica: <strong>é a união da Alma com Espírito</strong>. União, impossível de acabar porque é feita de uma felicidade absoluta que está além e acima da &#8220;Matrix&#8221;. Por isso todos os<strong> contos iniciáticos</strong> acabam com a expressão “e viveram felizes para sempre.”</p>
<p>É bom lembrar que o sapato tem entre suas acepções simbólicas duas principais: é, primeiramente, representação do viajante e, portanto, do movimento. Simboliza não só a viagem para o outro mundo, mas a caminhada em todas as direções, neste mundo mesmo. Em segundo lugar, é uma prova da identidade da pessoa, como em Cinderela, que é reconhecida pelo príncipe porque seu pé cabe num sapatinho de cristal.</p>
<p>Na história de Branca de Neve, o pé da Rainha má cabe num sapato de ferro em brasa. Enquanto a delicadeza do cristal é a marca da identidade de Cinderela, a Rainha má é reconhecida pelo peso, dureza e densidade do ferro.</p>
<p>O símbolo deve pertencer sempre de uma ordem inferior à daquilo que é simbolizado; assim as realidades do domínio corporal, que são as de ordem mais baixa e mais estreitamente limitadas, não são simbolizadas por coisa alguma porque tal símbolo é completamente desnecessário, já que elas podem ser apreendidas diretamente por qualquer um. Por outro lado, qualquer fenômeno ou acontecimento, (por mais insignificante que seja), devido à correspondência que existe entre todas as ordens de realidade, pode ser tomado como símbolo de algo de ordem superior, da qual ele é de certo modo uma expressão sensível, pois que deriva dela do mesmo modo como uma consequência deriva de seu princípio.</p>
<h4><em><span style="color: #000000;">Surpreendente, não é mesmo?</span></em></h4>
<h4><em><span style="color: #000000;">E assim conseguimos entender o porque nos encantamos com este conto, também pudera é um despertar para nossas consciências..</span>.</em></h4>
<p><strong>Um grande Abraço cheio de encantos para todos!</strong></p>
<blockquote><p><span style="color: #333333;"><strong>Fonte</strong></span><br />
<span style="color: #333333;">Matéria baseada do blog Teoria da Conspiração – Por Marcelo Del Debbio e Astrólogo Cid de Oliveira</span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Patakori Meu Pai Ogum!</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 20:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Molina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Divindades, Santidades e Mestres]]></category>
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		<category><![CDATA[Matérias da Colunista Mônica Molina]]></category>
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		<description><![CDATA[Não existe lugar neste mundo onde possa ir sem ajuda de Ogum É ter Ogum cravado no coração e manifestado diariamente, com toda sua Excelência! Ogunhê! Ogum yê! Meu Pai! &#160; Olá Pessoal! Tenho um grande prazer em escrever sobre este Orixá. O que dizer sobre Ogum, que nos momentos de aflição clamamos para que]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object width="640" height="390" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LgmNY7K4jJo?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="390" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/LgmNY7K4jJo?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<blockquote>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;"><em>Não existe lugar neste mundo onde possa ir sem ajuda de Ogum</em></span></h4>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;"><em>É ter Ogum cravado no coração e manifestado diariamente, com toda sua Excelência!</em></span></h4>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;"><em>Ogunhê! Ogum yê! Meu Pai!</em></span></h4>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Olá Pessoal! Tenho um grande prazer em escrever sobre este Orixá. O que dizer sobre Ogum, que nos momentos de aflição clamamos para que nos dê Força, que Abra Nossos Caminhos, trazendo Proteção a nós e a todos que amamos.</p>
<p>Sou muito grata por ser filha de Ogum e que me faz sentir o vermelho pulsar, o coração bater mais forte, a dar valor e ter realização em meu trabalho.</p>
<blockquote>
<h4><strong><span style="color: #000000;">Salve Ogum!</span><br />
</strong></h4>
</blockquote>
<p><span id="more-5463"></span><strong> </strong></p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Entre os Yorubás</strong></span></h3>
<p><strong>Gun Entre os Fon</strong></p>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Ogum3.jpg" rel="lightbox[5463]" title="Ogum"><img class="alignleft size-full wp-image-5706" title="Ogum" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Ogum3.jpg" alt="" width="293" height="280" /></a>Ogum, como personagem histórico é apontado como o filho mais velho (primogênito) de &#8220;Odudua&#8221;, o fundador de Ifé &#8211; Cidade da Nigéria (considerada a capital religiosa dos Yorubás). Era um terrível guerreiro que brigava sem cessar contra os reinos vizinhos. Dessas expedições, ele trazia sempre rico espólio e numerosos escravos. Guerreou contra a cidade de Ará e a destruiu. Saqueou e devastou muitos outros Estados e apossou-se da cidade de Irê, matou o rei, aí instalou seu próprio filho no trono e regressou glorioso, usando ele mesmo título de Oniré, &#8220;Rei de Irê&#8221;. Por razões que ignoramos. Ogum nunca teve direito a usar uma coroa (adé), feita com pequenas contas de vidro e ornada, por franjas de miçangas, dissimulando o rosto, emblema de realeza para os Yorubás. Foi autorizado a usar apenas um simples diadema, chamado de àkòró (capacete), e isso lhe valeu ser saudado, até hoje, sob no monte de Ògún Oníìré e Ògun Aláàkòró.</p>
<p><strong>Orixá Conquistador</strong>, Ogum fez-se respeitar em toda a África negra pelo seu carácter devastador. Foram muitos os reinos que se curvaram diante do poder militar de Ogum.</p>
<p><strong>Orixá do Ferro e da Guerra</strong>, cujas lendas falam de um terrível guerreiro, sempre está envolvido em batalhas para aumentar seus domínios, justiceiro impetuoso eleva acima de tudo o conceito de honra.</p>
<p>Em todos os cantos da África negra Ogum é conhecido, pois soube conquistar cada espaço daquele continente com a sua bravura. Matou muita gente, mas matou a fome de muita, por isso antes de ser <strong>Temido</strong> Ogun é <strong>Amado</strong>.</p>
<p>É Ogum que ensinou o homem como forjar o ferro e o aço, representando a avanço, a tecnologia e as transformações que o trabalho propicia. Para Ogum, a retidão, a verdade e a justiça são importantes, mas sua principal ocupação não é determinar o que é certo ou errado, e sim apenas prevalecer aquilo que julga certo, portanto, Ogum faz justiça com as próprias mãos, empreendendo e decidindo, jamais deixando para outros o que julga ser problema e domínio seu.</p>
<p>Ogum sendo irmão de Exu, tem grande entrosamento com ele. Se Exu é dono das encruzilhadas, assumindo a responsabilidade do tráfego, de determinar o que pode e o que não pode passar, Ogum é o dono dos caminhos em si, das ligações que se estabelecem entre os diferentes locais.</p>
<p>Oxóssi é  filho de Ogum. Ogum ensinou a arte de caçar, abrir caminhos pela floresta e matas cerradas. Ogum ensinou a defender-se por si próprio e ensinou Oxóssi a cuidar da sua gente. Ogum fez de Oxóssi o provedor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Relação comos Astros</strong></span></h3>
<h4><span style="color: #000000;"><strong>Marte &#8211; O Planeta Vermelho</strong></span></h4>
<p>Planeta possível de ser visto ao olho nú, parece uma estrela vermelha brilhando na noite.</p>
<p>O nome do planeta da cultura greco-romana, na Mitologia Grega o Deus da fúria e da guerra chamava-se <strong>Ares</strong> transformando-se em <strong>Marte</strong> após a suplementação de Roma sobre a Grécia.</p>
<p>Os chineses, coreanos e japoneses chamavam esse planeta de<strong> Estrela de Fogo</strong>. Os egípcios conhecem como <em>Her Deschel</em> ou <strong>O Vermelho</strong>. E para os babilónios, Marte é <em>Nergal</em> ou <strong>A Estrela da Morte</strong>.</p>
<p>A coloração avermelhada do planeta deve-se a composição de sua superfície que é fundamentalmente de basalto vulcânico com um alto conteúdo em óxidos de ferro, proporcionando o vermelho característico da superfície.</p>
<h4><span style="color: #000000;">Marte na Astrologia</span></h4>
<p>Representa a energia ativa, coragem e energia.</p>
<p>Simboliza também a energia criativa associada ao animus, bem como o instinto de competição e a capacidade de impor nossa vontade. Marte rege os signos de Áries e Escorpião.</p>
<p>Marte expressa-se como a função ou faculdade de personalidade que tem a ver com a expressão do masculino. A situação astrológica de Marte revela a potencialidade para decidir, impulsionar, desbravar, penetrar, interferir, lutar. Ele é o guerreiro interior, os aspecto masculino da pessoa.</p>
<p>Marte sustenta e afirma a individualidade, promove ação. É a energia viril que dá o impulso e faz o ser agir, se impor sobre o ambiente e ir à conquista e ao domínio do que se quer.</p>
<p>Marte é o instinto da sobrevivência, é ativado quando o indivíduo sente-se ameaçado. Pode conduzir a competição, a luta. É com Marte, que  pessoa tem energia e inteligência para enfrentar seus desafios e realizar seus propósitos.</p>
<h4><span style="color: #000000;"><strong>Ogum e a Lua</strong></span></h4>
<p>A relação de Ogum, Orixá de conotação nitidamente masculina, com a Lua, energia feminina relacionada aos Orixás femininos das águas como Iemanjá e Oxum. acontece para lembrar da necessidade do equilíbrio entre os opostos: masculino e feminino são polaridades que não podem existir de forma exclusiva, sem a complementaridade de outro pólo. Além disso, mostra que as demandas que Ogum enfrenta pertencem todas ao domínio das paixões, inclusive o ódio, a inveja, o ciúme e o egoísmo. E a lua representa essa energia da paixão que está permanentemente em mudança. As fases da lua representam bem a instabilidade da alma humana, que é o campo de batalha onde os instintos precisam ser vencidos para que brilhe a natureza solar.</p>
<p>Ogum, carrega consigo tantas qualidades positivamente masculinas, como a força, a coragem, a energia do fogo e a carga de agressividade necessária para qualquer realização precisa da energia da receptividade, da doçura, da paciência e da devoção, atributos femininos dos Orixás das águas. Sem essa energia, o resultado é o desequilíbrio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Ogum no Candomblé</strong></span></h3>
<p>Ogum é um dos Orixás mais cultuados, durante as cerimônias para os Deuses africanos, Ogum é o primeiro a ser invocado, após Exu. Em todas as circunstâncias ele abre o caminho e precede os outros Orixás.</p>
<p>Durante os sacrifícios para os outros Orixás, dirigem-lhe louvações e fazem-lhe oferendas, pois sem a faca forjada por ele o sacrifício não seria possível. Simboliza o desenvolvimento da tecnologia, o segredo da transformação do minério e metal, a passagem da idade da pedra para a idade do ferro.</p>
<p>Durante sua dança ele impõe sua espada e executa a mímica da guerra e dos combates.</p>
<p>Tem sete nomes (alusão às sete aldeias que existiram em volta de Irê):<a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Ogum-Pai-Oroninkayre.jpg" rel="lightbox[5463]" title="Ogum Onirê Por Pai Oroninkayre (Sérgio Ribas)"><img class="alignright size-full wp-image-5710" title="Ogum Onirê Por Pai Oroninkayre (Sérgio Ribas)" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Ogum-Pai-Oroninkayre.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<ol>
<li><strong><span style="color: #000000;">Ogum Onire</span></strong></li>
<li><strong><span style="color: #000000;">Ogum Alagbede</span></strong></li>
<li><strong><span style="color: #000000;">Ogunja</span></strong></li>
<li><strong><span style="color: #000000;">Ogum Omini</span></strong></li>
<li><strong><span style="color: #000000;">Ogum Wari</span></strong></li>
<li><strong><span style="color: #000000;">Ogum Eroto Ndo</span></strong></li>
<li><strong><span style="color: #000000;">Ogum Akoro Onigbe</span></strong></li>
</ol>
<h3></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Ogum na Umbanda</strong></span></h3>
<p>Ogum é o Orixá da Guerra, o guerreiro, general destemido e estratégico, é aquele que veio para ser o vencedor das grandes batalhas, o desbravador que busca a evolução. Ogum é o que vem primeiro, o que está sempre à frente, um líder nato. Ele conhece domina todos os caminhos, por isso nunca se perde e está sempre ajudando quando corretamente evocado. Diante disso, cultuar Ogum é vital para quem quer conseguir vencer as suas batalhas com força, coragem e determinação.</p>
<p>Ogum é aquele que sempre está de &#8220;ronda&#8221; para proteger os injustiçados.</p>
<p>É a Lei e a Ordem.</p>
<p>É o ar e o fogo ativando e transformando Tudo e Todos.</p>
<p>É energia vibrante, quente e pulsante.</p>
<p>É ação ordenadora e realizadora.</p>
<p>É a força, coragem e impulso realizador.</p>
<p>É reto, correto e capacitador.</p>
<blockquote><p>Quem de nós, seres humanos, não tem como ideal a liberdade? A liberdade de ser, de estar, de fazer, de se movimentar, de agir com força, determinação e muita proteção? Assim, se seu sonho de liberdade é algo a ser conquistado, sabia que os negros africanos, aqueles que nasceram livres e foram reduzidos à humilíssima condição de escravos, cultuavam Ogum, pois era Ele quem dava a Força de quem necessitavam para conseguir a liberdade.</p></blockquote>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Legiões de Ogum &#8211; Na Umbanda</strong></span></h3>
<h4><span style="color: #000000;">Com Qualidades e Ações Específicas</span></h4>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Beira Mar:</strong> atua sob a energia de areia do mar &#8211; Reino de Yemanjá e Omulu.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Sete Ondas: </strong>atua sob a energia das ondas &#8211; Reino de Yemanjá e Oxalá. Trabalha na ronda da Calunga Grande (mar e oceano).</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Rompe-Matas:</strong> atua sob a energia das matas &#8211; Reino de Oxóssi.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ogum das Pedreiras:</strong> atua sob a energia das pedreiras &#8211; Reino de Xangô.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Megê:</strong> atua sob a energia da Calunga pequena (cemitério) na calçada que o cerca e diretamente com as almas &#8211; Reino de Obaluaê.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Naruê: </strong>atua sob a energia da Calunga pequena (cemitério) trabalhando basicamente no desmanche de magias negras, exercendo domínio sobre as almas quimbandeiras &#8211; Reino de Omulu.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Matinata:</strong> atua sob a energia dos campos abertos e colinas &#8211; Reino de Oxalá.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Iara:</strong> atua sob a energia de dos rios, lagos e cachoeiras &#8211; Reino de Oxum.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Dêle:</strong> traz consigo a vibração pura de Ogum e trabalha em todos os pontos de força. É a própria lei regendo reajustes cármicos.</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ogum Xoroquê:</strong> Orixá de culto recente no Brasil, no qual durante seis meses do ano assume as características de Exu e, nos outros seis de Ogum.</span></li>
</ul>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Significados</strong></span></h3>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Saudações:<br />
</strong><strong>Ogunhê<br />
</strong><strong>Ogum Yê<br />
</strong>Do Yorubá Yè &#8220;Está Vivo&#8221;, correspondendo ao português &#8220;Viva&#8221;</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>OG =</strong> Glória, Salvação</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>AUM =</strong> Fogo, Guerreiro</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Patakori<br />
</strong>Do Yorubá, ligado ao adjetivo <em>Pàtaki</em> &#8211; <strong>Principal</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Dia da Semana:</strong> Terça-feira</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Ponto de Força: </strong>Todos os lugares ao ar livre &#8211; encruzilhadas, campos abertos, trilho de trem, caminhos</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Cores:</strong> Vermelho (fogo) &#8211; azul-escuro (ar) &#8211; verde (terra)</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Pedra: </strong>Granada (extremamente energizadora e regeneradora), Rubi (vigor, energia e equilíbrio, excessivamente estimulante), Sardio (força e proteção)</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Oferendas:</strong> Cerveja clara, vinho ou licor de gengibre, charuto, pano vermelho e branco, velas, frutas vermelhas (de preferência ácidas), flores vermelhas como cravo, palma, crista de galo.</span></li>
</ul>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Comidas</strong></span></h3>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Inhame assado com azeite de dendê</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Feijoada</strong></span></li>
</ul>
<p>Ogum gosta de carnes &#8220;gordas&#8221; de fartura, isso se deve ao fato de que a feijoada é uma comida &#8220;comunitária&#8221;, que deve por excelência ser servida a toda comunidade do terreiro. Portanto, esse não é o prato mais indicado para um presente individual a Ogum. Em algumas casas a feijoada é feita com feijão &#8220;cavalo&#8221;, com feijão &#8220;fradinho&#8221;, mas a grande maioria adota mesmo o feijão preto.</p>
<h3><strong><span style="color: #000000;">Instrumentos</span></strong></h3>
<h4><span style="color: #000000;">Ferro Forjado</span></h4>
<p>Em número de sete, catorze, dezesseis, vinte e um ou quarenta e um, enfileirados em uma haste de ferro. Os sete principais instrumentos são: Alavanca, Machado, Pá, Enxada, Picareta, Espada e Faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.</p>
<h4><span style="color: #000000;">Franjas de Folhas de Palmeira Desfiadas</span></h4>
<p>Denominadas mariwo pelos Yorubás e azan pelos fon. Era o traje que Ogum usava outrora e a presença para evocá-lo e afastar das más influências. Colocadas mais perto do chão, elas interditam a passagem. Prosseguir seria expor-se à Colera de Deus.</p>
<blockquote><p><strong>Mariwo</strong> &#8211; franja de folhas de dendezeiro finamente desfiadas, que se coloca na parte superior de portas e janelas para afastar egun. Em forma de saiote, é uma das vestimentas ritualística de Ogum. Sua ligação com o Orixá explica-se por meio de um mito no qual Ogum persegue um adversário que o contrariara em proveito de Egum. Vendo o opositor refugiar-se em um dendezeiro, Ogum golpeia a árvore, cujas folhas caem em seu corpo ensanguentado, colocando-se nele e formando a vestimenta o Ioruba Miriwo &#8220;folha tenra do sino palmeira&#8221;.</p></blockquote>
<h4><span style="color: #000000;"><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Espada-de-Ogum-ole-gerdes.jpg" rel="lightbox[5463]" title="Espada de Ogum Por Ole Gerdes"><img class="alignright size-full wp-image-5713" title="Espada de Ogum Por Ole Gerdes" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Espada-de-Ogum-ole-gerdes.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Espadas</span></h4>
<p>Abre os caminhos do desconhecido, correndo para o bem estar e o avanço da comunidade.</p>
<blockquote><p><em><strong>Espada! Eis o braço de Ogum!</strong></em></p></blockquote>
<h4><span style="color: #000000;">Bigorna</span></h4>
<p>Peça de ferro, com o corpo central quadrangular e as extremidades em ponta cilíndrica, cônica ou piramidal, sobre a qual se malham e amoldam metais.</p>
<h3></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Algumas Ervas de Ogum</strong></span></h3>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Açoita-Cavalo-Ivitinga</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Agrião</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Babosa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Cana-de-Macaco</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Canjerana-Pau-Santo</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Espada de São Jorge</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Eucalipto</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Helicônia</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Jabuticaba</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Losna</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Pitanga</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Porangaba</span></li>
</ul>
<h3></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Algumas Lendas de Ogum</strong></span></h3>
<p>Peço que leiam com olhar poético, pois as lendas são colocadas para que entendamos as Divindades, ou seja, os Orixás no entendimento humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Ogum dá aos Homens o Segredo do Ferro</span></h4>
<blockquote><p>Na terra criada por Obatalá, em Ifé</p>
<p>Os Orixás e os seres humanos trabalhavam e viviam em igualdade</p>
<p>Todos caçavam e plantavam usando frágeis instrumentos</p>
<p>Feitos de madeira, pedra ou metal mole</p>
<p>Por isso o trabalho exigia grande esforço</p>
<p>Com o aumento da população em Ifé, a comida andava escassa</p>
<p>Era necessário plantar uma área maior</p>
<p>Os Orixás então se reuniram para decidir como fariam</p>
<p>Para remover as árvores do terreno e aumentar a área da lavoura</p>
<p>Ossaim, o Orixá da medicina, dispôs-se a ir primeiro</p>
<p>E limpar o terreno</p>
<p>Mas seu facão era de metal mole e ele não foi bem sucedido</p>
<p>Do mesmo modo que Ossain</p>
<p>Todos os outros Orixás tentaram</p>
<p>Um por um, e fracassaram</p>
<p>Na tarefa de limpar o terreno para o plantio</p>
<p>Ogum, que conhecia o segredo do ferro, não tinha dito nada até então</p>
<p>Quando todos os outros Orixás tinham fracassado</p>
<p>Ogum pegou seu facão, de ferro, foi até a mata e limpou o terreno</p>
<p>Os Orixás, admirados, perguntaram a Ogum de que material</p>
<p>Era feito tão resistente facão</p>
<p>Ogum respondeu que era o ferro</p>
<p>Um segredo recebido de Orunmilá.</p>
<p>Os Orixás invejavam Ogum pelos benefícios que o ferro trazia</p>
<p>Não só à agricultura, como à caça e até mesmo à guerra</p>
<p>Por muito tempo os Orixás importunaram Ogum</p>
<p>Para saber do segredo do ferro</p>
<p>Mas ele mantinha o segredo só para sí</p>
<p>Os Orixás decidiram então oferecer-lhe o reinado</p>
<p>Em troca de que ele lhes ensinasse</p>
<p>Tudo sobre aquele metal tão resistente</p>
<p>Ogum aceitou a proposta</p>
<p>Os humanos também vieram a Ogum</p>
<p>Pedir-lhe o conhecimento do ferro</p>
<p>E Ogum lhes deu o conhecimento da forja</p>
<p>Até o dia em que todo caçador e todo guerreiro</p>
<p>Tiverem sua lança de ferro</p>
<p>Mas, apesar de Ogum ter aceitado o comando dos Orixás</p>
<p>Antes de mais nada ele era um caçador</p>
<p>Certa ocasião, saiu para caçar e passou muitos dias fora</p>
<p>Numa difícil temporada</p>
<p>Quando voltou da mata, estava sujo e maltrapilho.</p>
<p>Os Orixás não gostaram de ver seu líder naquele estado.</p>
<p>Eles o desprezaram e decidiram destituí-lo do reinado.</p>
<p>Ogum se decepcionou com os Orixás</p>
<p>Pois quando precisaram dele para o segredo da forja</p>
<p>Eles o fizeram rei</p>
<p>E agora diziam que não era digno de governá-los</p>
<p>Então Ogum banhou-se</p>
<p>Vestiu-se com folhas de palmeira desfiadas</p>
<p>Pegou suas armas e partiu</p>
<p>Num lugar distante chamado Irê, construiu uma casa</p>
<p>Embaixo da árvore de akokô<strong>¹</strong> e lá permaneceu</p>
<p>Os humanos que receberam de Ogum o segredo do ferro</p>
<p>Não o esqueceram</p>
<p>Todo mês de Dezembro, celebram a festa de Iudê-Ogum</p>
<p>Caçadores, guerreiros, ferreiros e muitos outros</p>
<p>Fazem sacrifícios em memória de Ogum</p>
<p>Ogum é o senhor do ferro para sempre</p></blockquote>
<p style="padding-left: 180px; text-align: left;"><strong>¹ Akokô</strong> ou <strong>Acocô</strong> &#8211; Planta africana da família das bignoniáceas, aparentada às brasileiras arraia-do-mato, caroba e cinco-folhas. Uma das principais folhas de Ossaim, é altamente propiciatória.</p>
<h4></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Ogum Mata Seus Súditos e é Transformado em Orixá</span></h4>
<blockquote><p>Ogum, filho de Odudua, sempre guerreava</p>
<p>Trazendo o fruto da vitória para o reino do seu pai</p>
<p>Amante da liberdade e das aventuras amorosas</p>
<p>Foi com uma mulher chamada Ojá que Ogum teve o filho Oxóssi</p>
<p>Depois, amou Oiá, Oxum e Obá</p>
<p>As três mulheres do seu maior rival, Xangô</p>
<p>Ogum seguiu lutando e tomou para si a coroa de Irê</p>
<p>Que na época era composto de sete aldeias</p>
<p>Era conhecido como o Onirê, o rei de Irê</p>
<p>Deixando depois o trono para seu próprio filho</p>
<p>Ogum era o rei de Irê, Oni Irê, Ogum Onirê</p>
<p>Ogum usava a coroa sem franjas chamada acorô</p>
<p>Por isso também era chamado de Ogum Alacorô</p>
<p>Conta-se que, tendo partido para a guerra</p>
<p>Ogum retornou a Irê depois de muito tempo</p>
<p>Chegou em um dia em que se realizava um ritual sagrado</p>
<p>A cerimônia exigia a guarda total do silêncio</p>
<p>Ninguém podia falar com ninguém</p>
<p>Ninguém podia dirigir o olhar para ninguém</p>
<p>Ogum sentia sede e fome, mas ninguém o atendia</p>
<p>Ninguém o ouvia, ninguém falava com ele</p>
<p>Ogum pensou que não havia sido reconhecido</p>
<p>Ogum sentiu-se desprezado</p>
<p>Depois de ter vencido a guerra</p>
<p>Sua cidade não o recebia</p>
<p>Ele, o rei de Irê!</p>
<p>Não reconhecido por sua própria gente!</p>
<p>Humilhado e enfurecido, Ogum, espada em punho</p>
<p>Pôs a destruir a tudo e a todos</p>
<p>Cortou a cabeça de seus súditos</p>
<p>Ogum lavou-se com sangue</p>
<p>Ogum estava vingado</p>
<p>Então a cerimônia religiosa terminou</p>
<p>E com ela a imposição de silêncio foi suspensa</p>
<p>Imediatamente, o filho de Ogum</p>
<p>Acompanhado por um grupo de súditos</p>
<p>Ilustres homens salvos da matança</p>
<p>Veio à procura do pai</p>
<p>Eles renderam as homenagens devidas ao rei</p>
<p>E ao grande guerreiro Ogum</p>
<p>Saciaram sua fome e sede</p>
<p>Vestiram Ogum com roupas novas</p>
<p>Cantaram e dançaram para ele</p>
<p>Mas Ogum estava inconsolável</p>
<p>Havia matado quase todos os habitantes da sua cidade</p>
<p>Não se dera conta das regras de uma cerimônia</p>
<p>Tão importante para todo o reino</p>
<p>Ogum sentia que já não podia ser o rei</p>
<p>E Ogum estava arrependido da sua intolerância</p>
<p>Envergonhado por tamanha precipitação</p>
<p>Ogum fustigou-se dia e noite em autopunição</p>
<p>Não tinha medida seu tormento</p>
<p>Nem havia possibilidade de autocompaixão</p>
<p>Ogum então enfiou sua espada no chão</p>
<p>E num átimo de segundo a terra se abriu</p>
<p>E ele foi tragado solo abaixo</p>
<p>Ogum estava no Orum, o Céu dos Deuses</p></blockquote>
<p><object width="300" height="255" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3z_93PJqKsg?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="300" height="255" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/3z_93PJqKsg?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<h4></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Ogum Torna-se o Rei de Irê</span></h4>
<blockquote><p>Não era mais humano</p>
<p>Tornara-se um Orixá</p>
<p>Quando Odudua reinava em Ifé</p>
<p>Mandou seu filho Ogum guerrear</p>
<p>E conquistar os reinos vizinhos</p>
<p>Ogum destruiu muitas cidades</p>
<p>E trouxe para Ifé muitos escravos e riquezas</p>
<p>Aumentando de maneira fabulosa o império de seu pai</p>
<p>Um dia, Ogum lançou-se contra a cidade de Irê</p>
<p>Cujo povo o odiava muito</p>
<p>Ogum destruiu tudo</p>
<p>Cortou a cabeça do rei de Irê</p>
<p>E a colocou num saco para dá-la a seu pai</p>
<p>Alguns conselheiros de Odudua souberam</p>
<p>Do presente que Ogum trazia para o rei seu pai</p>
<p>Os conselheiros disseram a Odudua</p>
<p>Que Ogum desejava a morte do próprio pai</p>
<p>Para usurpar-lhe a coroa</p>
<p>Todos sabem que um rei deve ver</p>
<p>A cabeça decaptada de outro rei</p>
<p>Ogum não conhecia esse tabu</p>
<p>Odudua imediatamente enviou uma delegação</p>
<p>Para encontrar Ogum fora dos portões da cidade</p>
<p>Após muitas explicações, Ogum concordou</p>
<p>Em entregara cabeça do rei de Irê aos mensageiros de Odudua</p>
<p>O perigo havia acabado</p>
<p>Ogum fora encontrado antes de chegar ao palácio de seu pai</p>
<p>Como Odudua queria recompensar o seu filho mais querido</p>
<p>Presenteou Ogum com o reino de Irê</p>
<p>E todos os prisioneiros e riquezas conquistadas naquela guerra</p>
<p>Assim Ogum tornou-se o Onirê, o rei de Irê</p></blockquote>
<h4></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Ogum Livra um Pobre de Seus Exploradores</span></h4>
<blockquote><p>Um pobre homem peregrinava por toda parte</p>
<p>Trabalhando ora numa, ora noutra plantação</p>
<p>Mas os donos da terra sempre o despediam</p>
<p>E se apoderavam de tudo o que ele construía</p>
<p>Um dia esse homem foi a um babalaô</p>
<p>Que o mandou fazer um ebó na mata</p>
<p>Ele juntou o material e foi fazer o despacho</p>
<p>Mas acabou fazendo tal barulho</p>
<p>Que Ogum, o dono da mata, foi ver o que ocorria</p>
<p>O homem, então, deu-se conta da presença de Ogum</p>
<p>E caiu a seus pés</p>
<p>Implorando seu perdão por invadir a mata</p>
<p>Ofereceu-lhe todas as coisas boas que ali estavam</p>
<p>Ogum aceitou e satisfez-se com o ebó</p>
<p>Depois conversou com o peregrino</p>
<p>Que lhe contou por que estava naquele lugar proibido</p>
<p>Falou-lhe de todos os seus infortúnios</p>
<p>Ogum mandou que ele desfiasse folhas de dendezeiro, mariwo</p>
<p>E as colocasse nas portas das casas de seus amigos</p>
<p>Marcando assim cada casa a ser respeitada</p>
<p>Pois naquela noite Ogum destruiria</p>
<p>A cidade de onde vinha o peregrino</p>
<p>Seria destruído até o chão</p>
<p>E assim se fez. Ogum destruiu tudo</p>
<p>Menos as casas protegidas pelo mariwo</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><em><br />
</em></span></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Sincretismos</span></strong></h2>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Deus Marte e Deus Ares</strong></span></h3>
<p>Para os Romanos é Deus Marte e para os gregos é Deus Ares, filho de Júpiter  para os romanos e Zeus para os gregos e Juno (Hera), é o Senhor da Guerra, divindade brutal, amante da luta e semeador de desentendimentos entre os Deuses e mortais. É aquele que se alegra no grito da guerra, no sangue, no terror, na luta, no clamor das espadas que batem nos escudos, no sofrimento das mulheres, na destruição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>São Miguel Arcanjo</strong></span></h3>
<p>Um dos guerreiros e mais eminentes dos espíritos celestiais, considerado o Príncipe dos Anjos.<a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/São-Jorge.jpg" rel="lightbox[5463]" title="São Jorge"><img class="alignright size-full wp-image-5717" title="São Jorge" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/São-Jorge.jpg" alt="" width="129" height="184" /></a></p>
<p>Seu nome tem o significado de &#8220;Quem é como Deus&#8221;.</p>
<p>É chefe dos Anjos rebeldes, em defesa da autoridade de Deus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>São Jorge</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Em torno do século III d.e.c., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge. Filhos de pais cristãos, Jorge aprendeu desde a sua infância a temer a Deus e a crer em Jesus como seu salvador pessoal.</p>
<p><object width="640" height="390" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IDwkabSFOH0?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="390" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/IDwkabSFOH0?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<blockquote>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Nesta casa de guerreiro, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Vim de longe pra rezar, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Rogo a Deus pelos doentes, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Na fé de Obatalá, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Ogum salve a casa santa, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Os presentes e os ausentes, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Salve nossas esperanças, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Salve velhos e crianças, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Nego velho ensinou, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Na cartilha de aruanda, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">E Ogum não esqueceu, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Como vencer a demanda, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">A tristeza foi embora, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Na espada de um guerreiro, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">E a luz do romper da aurora, Ogum</span></em></h4>
<h4 style="text-align: left;"><em><span style="color: #000000;">Vai brilhar neste terreiro, Ogum</span></em></h4>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">Como a Luz, a Energia de Ogum é intensa, forte e vibrante, que sem ele não tem como deslocarmos de um lugar para o outro&#8230; Pois é Ogum que nos abre as portas, permitindo atravessar fronteiras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="color: #000000;"><strong>Um Grande e Forte Abraço, que Ogum traga proteção, abra os caminhos e que nos ensine o verdadeiro valor de nosso trabalho!</strong></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><span style="color: #333333;"><strong>Fontes</strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;">Trechos retirados da apostila referente ao estudo:</span><br />
<span style="color: #333333;">LENDAS, RITUAIS E OFERENDAS DOS ORIXÁS</span><br />
<span style="color: #333333;">Escrito e Ministrado por Mãe Mônica Caraccio – Umbanda Carismática</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Imagem de título Por Frederico Mendes</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Segunda imagem à direita  - OGUM ONIRÊ<br />
Orixá do Ferro, do Caminho, que nos Guarda e<br />
nos Protege pelos Caminhos da Vida Por Pai Oroninkayre (Sérgio Ribas)</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Imagem Espada de Ogum Por Ole Gerdes</span><br />
<span style="color: #333333;"><span style="color: #333333;">Quarta imagem à direita Por Edson Ramos</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;">Lendas de Ogum – Livro Mitologia dos Orixás</span><br />
<span style="color: #333333;">Autor Reginaldo Prandi</span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>É SÃO JOÃO!</title>
		<link>http://vidaespiritualidade.com.br/sao-joao/</link>
		<comments>http://vidaespiritualidade.com.br/sao-joao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 20:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Molina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Divindades, Santidades e Mestres]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias da Colunista Mônica Molina]]></category>
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		<description><![CDATA[São João Acende a Fogueira no Meu Coração! O Dia de São está chegando e é comemorado com grandes festas por todo o país. Mas, somente comemorar não basta, o interessante é aprender um pouco mais sobre este Santo, Alegre e Festeiro! São João Batista, o percursor de Jesus era zeloso, juiz de moralidade e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><em><span style="color: #000000;">São João </span></em></h4>
<h4 style="text-align: center;"><em><span style="color: #000000;">Acende a Fogueira no Meu Coração!</span></em></h4>
<p><em><span style="color: #000000;"><br />
</span></em></p>
<p>O Dia de São está chegando e é comemorado com grandes festas por todo o país. Mas, somente comemorar não basta, o interessante é aprender um pouco mais sobre este <strong>Santo, Alegre e Festeiro</strong>!</p>
<p><span id="more-2947"></span>São João Batista, o percursor de Jesus era zeloso, juiz de moralidade e destemido. Pregador do arrependimento. Sua maneira simples e sóbria de viver contribuiu muito para a sua fama e como símbolo daquela puridade moral que ele tanto inculcava zelosamente.</p>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Sao-Joao-Batista.jpg" rel="lightbox[2947]" title="Sao Joao Batista"><img class="alignright size-full wp-image-5666" title="Sao Joao Batista" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Sao-Joao-Batista.jpg" alt="" width="256" height="378" /></a>Batizou, no rio Jordão, muitos judeus, incluindo Jesus e, a partir daquele momento, João disse aos seus discípulos que Jesus era certamente o Messias. João era um pregador heróico, pregava que o &#8220;Reino de Deus&#8221; estaria &#8220;ao alcance das mãos&#8221; e essa pregação reunia em sua volta centenas de pessoas sedentos de palavras que lhes prometessem que o seu jugo estava próximo do fim.</p>
<p>A sinceridade, seriedade e a fama com as quais ele pregava em Galiléia expondo as transgressões dos líderes logo trouxe sobre ele suspeita e ódio da corte e do Rei Herodes, que o aprisionou e em 29 de Agosto o decapitou. Dia<strong> 24 de Junho</strong>, seu aniversário, é dedicado à sua memória em toda Cristandade.</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Algumas Lendas de São João</strong></span></h3>
<h4><span style="color: #000000;">Zacarias Recupera à Voz no Nascimento de João</span></h4>
<p>Zacarias (pai de João), andava muito triste</p>
<p>Porque não tinha um filhinho para brincar</p>
<p>Certa vez, apareceu-lhe um anjo de asas coloridas, todo iluminado por uma luz misteriosa</p>
<p>E anunciou que Zacarias ia ser pai</p>
<p>A sua alegria foi tão grande que Zacarias perdeu a voz, emudeceu até o filho nascer</p>
<p>No dia do nascimento, mostraram-lhe o menino e perguntaram como desejava que se chamasse</p>
<p>Zacarias fez grande esforço e, por fim, conseguiu dizer:  João!</p>
<p>Desse instante em diante, Zacarias voltou a falar</p>
<p>Todos ficaram alegres e foi um barulhão enorme</p>
<p>Eram vivas para todos os lados</p>
<p>Lá estava o velho Zacarias, olhando, orgulhoso, o filhinho lindo que tinha</p>
<h4><span style="color: #000000;">Isabel Anuncia à Maria pela chegada de Seu Filho</span></h4>
<p>Dizem que Isabel (mãe de João) era muito amiga de Maria (Nossa Senhora) e, por isso, costumavam visitar-se</p>
<p>Uma tarde, Isabel foi à casa de Maria e aproveitou para contar-lhe que, dentro de algum tempo</p>
<p>Iria nascer seu filho, que se chamaria João Batista</p>
<p>Maria, então, perguntou-lhe: &#8211; Como poderei saber do nascimento do garoto?</p>
<p>Acenderei uma fogueira bem grande assim você de longe poderá vê-la e saberá que Joãozinho nasceu</p>
<p>Mandarei, também, erguer um mastro, com uma boneca sobre ele</p>
<p>Isabel cumpriu a promessa, no dia 24 de junho</p>
<p>Um dia, Maria viu, ao longe, uma fumacinha e depois umas chamas bem vermelhas</p>
<p>Dirigiu-se para a casa de Isabel e encontrou o menino João Batista</p>
<p>Que mais tarde seria um dos Santos mais importantes da religião católica</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Curiosidades</strong></span></h3>
<p><strong>Fogueira: </strong>A Tradição da fogueira nasceu antes do Cristo. Queimar fogueiras, naquela época, significava saudar a chegada do verão, e apenas no século VI, o catolicismo associou as comemorações pagãs ao aniversário de São João Batista.</p>
<p>O Dia de São João é festejado com mastro, e fogueira e outras coisas bonitas como: foguetes, balões, danças, etc.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><em>____________________________________________________________</em></span></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Sincretismo Orixá<br />
</strong></span></h2>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Xangô Agodô<br />
</strong></span></h3>
<p>Sango (Xangô) é o Deus do trovão dos yorubás. É viril, atrevido, violento e justiceiro.</p>
<p><span style="color: #000000;">É a <strong>Divindade</strong> que rege o fogo, o trovão, os raios. Pode, através da sua justiça, dispensar favores, movendo favoravelmente ventos, raios, trovões para nos defender e para ganharmos causas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Xangô Agodô </strong>é a legião dos caboclos que trabalham nas pedras e que estão dentro dos rios, nos seixos rolados, nas pedras iniciáticas e na pedra batismal. Suas oferendas são realizadas nas pedras dos rios.</span></p>
<h4><span style="color: #000000;"><em><strong>Gostou Desta Matéria?</strong></em></span></h4>
<p><span style="color: #000000;"><strong><em>Então, Comente! <span style="text-decoration: underline;">Publique</span> sua <span style="text-decoration: underline;">Opinião</span> e traga <span style="text-decoration: underline;">Sugestões</span> para futuras matérias. </em></strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><em>Assim poderemos interagir, para se ter um blog com bons conteúdos, que traga benefícios a todos nós Leitores.</em></strong></span></p>
<blockquote><p><span style="color: #333333;"><strong>Fontes</strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;">Trechos retirados da apostila referente ao estudo:</span><br />
<span style="color: #333333;">LENDAS, RITUAIS E OFERENDAS DOS ORIXÁS</span><br />
<span style="color: #333333;">Escrito e Ministrado por Mãe Mônica Caraccio – Umbanda Carismática</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Comunidade Scrap Book Brasil – Eunides</span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>As Festividades no Mês de Junho</title>
		<link>http://vidaespiritualidade.com.br/as-festividades-no-mes-de-junho/</link>
		<comments>http://vidaespiritualidade.com.br/as-festividades-no-mes-de-junho/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 02:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Molina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Exercitando a Espiritualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Queridos amigos que sempre acompanham as matérias do blog Vida Espiritualidade, peço desculpas por ausências de matérias, espero que apreciem esta. O mês de Junho é uns dos meses do ano com um grande movimento religioso de grandes festividades, mas somente comemorar não é o suficiente, o interessante é saber qual o significado dessas comemorações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Queridos amigos que sempre acompanham as matérias do blog Vida Espiritualidade, peço desculpas por ausências de matérias, espero que apreciem esta.</p>
<p>O mês de Junho é uns dos meses do ano com um grande movimento religioso de grandes festividades, mas somente comemorar não é o suficiente, o interessante é saber qual o significado dessas comemorações.</p>
<p><span id="more-2864"></span>E começa nos tempos antigos, na Europa, o mês de Junho era marcado por festejos. O povo organizava verdadeiras solenidades para <a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Fogueira.jpg" rel="lightbox[2864]" title="Fogueira"><img class="size-full wp-image-5544 alignright" title="Fogueira" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Fogueira.jpg" alt="" width="315" height="236" /></a>comemorar a chegada do verão e o início das colheitas. Também programavam-se sacrifícios para afastar os Demônios da esterilidade, pestes dos cereais, estiagem. Surgiu o Culto do Fogo, a tradição das fogueiras acesas nos altos dos montes era conhecida em todo o continente europeu. Ao redor do fogo, as pessoas costumavam a dançar e saltar sobre as chamas, colocando nas fogueiras produtos das primeiras colheitas e até mesmo animais vivos (o gato, para este povo era a encarnação do demônio). Costumes que infelizmente existem ainda hoje, e são seguidos em algumas comunidades primitivas.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p>O fogo representação do Sol ilumina, aquece, purifica, assa e coze os alimentos, enfim, dá segurança e conforto. Daí o surgimento de algumas superstições:</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Faz mal brincar com fogo</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Cuspir no fogo</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Arrumar fogueira com os pés</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Adivinha-se o nome do amado em suas chamas e entre outras<br />
</span></li>
</ul>
<p class="western" style="margin-bottom: 0; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Junho é especial no calendário Cristão. Três grandes Santos são festejados nesse mês: </span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Santo Antônio</strong> &#8211; 13/06</span></li>
<li><span style="color: #000000;"> <strong>São João</strong> &#8211; 24/06</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>São Pedro</strong> &#8211; 29/06</span></li>
</ul>
<p>Os portugueses trouxeram para nós essas festas, que tiveram imediata aceitação desde os primeiros índios. Dos três certamente <strong>São João</strong> é o mais comemorado, tanto que em alguns lugares chega a chamar de festas <span style="text-decoration: underline;">Joa</span>ninas os festejos no mês de Junho. O dia 13 de Junho, quando se homenageia <strong>Santo Antônio</strong> foi por muito tempo feriado em nosso país, por ser data de preceito em toda a América, por determinação da bula de 1722, do Papa Inocêncio XVIII. Protetor do lucenos em Portugal, aparece entre nós como padroeiro dos varejistas, antigamente era raro casas comerciais que não exibissem num nicho, no alto das prateleiras, a imagem dele. Existe a lenda de que Santo Antônio é o “casamenteiro” embora o povo diga, na sua sabedoria, que “Santo Antônio casa a torto e a direito, e que somente São José casa direito”.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>São João</strong>, se apresenta romântico seu nome evoca os aromas de cravos, a luz dos deslumbrantes fogos. É querido de todos: moças, velhas homens ou crianças, seja para consultar o futuro ou sortes, como para enfeitar terreiros com bandeirinhas convencionar os vistosos balões de papel colorido. Hábitos que ninguém sabe de quando datam. As adivinhações, por exemplo, são crendices que andam de boca em boca. São João Batista, o Percursor de Jesus, era um zeloso Juiz de moralidade e destemido pregador do arrependimento. Sua maneira simples e sóbria de viver contribuiu muito para a sua fama e como símbolo daquela puridade moral que ele tanto inculcava zelosamente.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>São Pedro</strong>, o humilde pescador das margens do lago de Genesaré que veio a ser o fundador junto com São Paulo a &#8220;Igreja Apostólica Romana&#8221;, chefe dos doze Apóstolos, sendo o Primeiro Papa (Pai/Patriarca), podemos contar nas horas difíceis, é guardião das portas do céu e é festejado também no Brasil, como em Portugal, com entusiasmo. Atribui-se a ele a chegada das chuvas.As histórias dos santos são relatos maravilhosos em que os fatos históricos são transformados pela imaginação popular ou poética.</p>
<h4 class="western" style="margin-bottom: 0px; text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Salve Santo Antônio!</strong></span></h4>
<h4 class="western" style="margin-bottom: 0px; text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong><strong>Salve São João!</strong></span></h4>
<h4 class="western" style="margin-bottom: 0px; text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong><strong>Salve São Pedro!</strong></span></h4>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #999999;"><strong>____________________________________________________________</strong></span></p>
<h2 class="western" style="margin-bottom: 0; text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Sincretismos &#8211; Orixás</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Sincretismo foi adotados pelos escravos para acompanhar os ensinamentos católico, por causa da proibição pelos senhores donos de fazendas, em seus cultos de origem, os<strong> Cultos Africanos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">E como suas festividades eram realizadas com fogueiras foi ligado os Orixás regente do Fogo. Como Exu e Xangô.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exu</strong> sincretiza com <strong>Santo Antônio</strong>.</p>
<p><strong>Xangô</strong> sincretiza com <strong>São Pedro</strong> e<strong> São João</strong>.</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Xangô Alufam = São Pedro</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Xangô Agodô = São João</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Por isso que nos terreiros de Umbanda e Candomblé é feito as festividades para estes Orixás durante o mês de Junho.</p>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Saravá Exu! &#8211; Laroiê</strong></span></h4>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong><strong>Saravá Xangô! &#8211; Kawó Kabiyécilé</strong></span></h4>
<h4><span style="color: #000000;"><em><strong>Gostou Desta Matéria?</strong></em></span></h4>
<p><span style="color: #000000;"><strong><em>Então, Comente! <span style="text-decoration: underline;">Publique</span> sua <span style="text-decoration: underline;">Opinião</span> e traga <span style="text-decoration: underline;">Sugestões</span> para futuras matérias. </em></strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><em>Assim poderemos interagir, para se ter um blog com bons conteúdos, que traga benefícios a todos nós Leitores.</em></strong></span></p>
<blockquote><p><span style="color: #999999;"><strong>Fonte</strong><br />
Luciana Savaget - Paróquia Nsa. de Loreto<br />
Blog Umbanda On Line</span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Páscoa &#8211; O Dia do Amor Pleno</title>
		<link>http://vidaespiritualidade.com.br/pascoa-o-dia-do-amor-pleno/</link>
		<comments>http://vidaespiritualidade.com.br/pascoa-o-dia-do-amor-pleno/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 16:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Molina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Exercitando a Espiritualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Páscoa &#8211; A Passagem Que nos ensina Estar e Ser Pleno em Nossa Fé! Estamos saindo do fim da Quaresma e entrando na Sexta-Feira Santa e como na matéria anterior sobre a Quaresma onde eu também coloquei um pouco sobre a Páscoa e a Sexta-Feira da Paixão, mas também foi ensinado que é um período]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><em><span style="color: #000000;">Páscoa<span style="color: #000000;"> &#8211; </span></span></em><em><span style="color: #000000;">A Passagem</span></em></h4>
<h4 style="text-align: center;"><em><span style="color: #000000;">Que nos ensina Estar e Ser Pleno em Nossa Fé!</span></em></h4>
<p>Estamos saindo do fim da Quaresma e entrando na Sexta-Feira Santa e como na matéria anterior sobre a <strong>Quaresma </strong>onde eu também coloquei um pouco sobre a Páscoa e a Sexta-Feira da Paixão, mas também foi ensinado que é um período de Reflexão Espiritual podemos aproveitar o belo exemplo que Jesus nos deixou sobre a sua vivência, sua atitude e seu sentimento manifestado <strong>Pleno de Fé</strong>.</p>
<p>Mas antes de continuar vamos começar esta matéria entendendo tudo o que envolve a Páscoa, toda a sua simbologia como o Coelho, Pão e Vinho, Ovo de Páscoa, etc.</p>
<p>Essa matéria é extensa, tanto quanto a da Quaresma, mas é uma matéria bem completa, que a grande maioria das pessoas nem sabe o que esta se comemorando, qual o simbolismo de tudo. Simbolismos estes que fazem partes de nossas vidas anos após anos através dos séculos, passando de gerações. Então! Vamos aprender mais um pouco?<br />
<span style="color: #000000;"><span id="more-5295"></span>Páscoa Cristã</span><br />
<a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Terço.jpg" rel="lightbox[5295]" title="Páscoa Cristã"><img class="size-full wp-image-5445 alignright" title="Páscoa Cristã" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Terço.jpg" alt="" width="272" height="204" /></a>A palavra <strong>Páscoa</strong> é de origem hebraica &#8211; <em>Pessach</em> &#8211; e significa <strong>Passagem</strong>.</p>
<p>A Páscoa é um evento cristão em comemoração a jornada de Jesus: <strong>Vida, Morte e Ressurreição</strong> é considerada a maior celebração religiosa.</p>
<p>Na Sexta-Feira Santa, Jesus Cristo foi crucificado e morto, ou seja, neste dia é comemorado a Morte de Jesus por soldados romanos após sofrer fortes espancamentos. O caminho pelo qual Jesus passou carregando sua própria cruz é conhecido como <strong>Via Sacra</strong>.</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Símbolos da Páscoa</strong></span></h3>
<p>Existem alguns símbolos que marcam a comemoração da páscoa e apresentam um significado específico, os principais são:</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">O Cordeiro</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O Peixe</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O Pão e o Vinho</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O Sino</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O Círio Pascal</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O Girassol</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A Colomba Pascal</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Óleos Santos</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O Coelho</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O Ovo de Páscoa</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Cordeiro</span></h4>
<p>O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre Deus e o povo judeu na Páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo &#8211; <strong>A libertação da escravidão do Egito</strong>. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.</p>
<p>Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro.</p>
<p>Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: &#8220;Morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida&#8221;. É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.</p>
<h4><span style="color: #000000;">O Peixe</span></h4>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->O Peixe, foi símbolo adotado pelos primeiros cristãos. Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé, e significava: &#8220;Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador.&#8221; O costume de comer peixe na Sexta-Feira Santa, está associado ao fato de Jesus ter repartido este alimento entre o povo faminto. Assim a tradição de não se comer carne pois foi derramado o sangue de Jesus à favor da humanidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Pão e Vinho<br />
</span></h4>
<p>O Pão e o Vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua Criatura e sua presença no meio de nós.</p>
<p>Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para prepararem a festa da páscoa num lugar seguro.</p>
<p>Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a <strong>Ceia da Páscoa</strong>. Esta foi a Última Ceia de Jesus.</p>
<p>A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: <strong>&#8220;Tomai e comei, este é o meu corpo &#8211; Este é o meu sangue!</strong> Jesus instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">O Sino</span></h4>
<p>Muitas Igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações.</p>
<p>No domingo de Páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da Ressurreição de Cristo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Círio Pascal</span></h4>
<p>É uma grande vela que se acende na Igreja, no sábado de aleluia. Significa que <strong>&#8220;Cristo é a Luz dos Povos&#8221;</strong>.</p>
<p>Nesta vela, estão gravadas as letras do alfabeto grego&#8221;alfa&#8221; e &#8220;ômega&#8221;, que quer dizer: <strong>Deus é princípio e fim</strong>. Os algarismos do ano também são gravados no Círio Pascal.</p>
<p>O Círio Pascal simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Girassol</span></h4>
<p>O girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o Sol.</p>
<p>O girassol, representa a busca da Luz que é Cristo e, assim como ele segue o astro-rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Colomba Pascal</span></h4>
<p>O bolo em forma de <strong>&#8220;Pomba da Paz&#8221;</strong> significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Óleos Santos</span></h4>
<p>Na antiguidade os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para os cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que dá força e energia para viver o evangelho de Jesus Cristo.</p>
<h4><span style="color: #000000;">Coelho</span></h4>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Na Antiguidade, os povos escolheram a lua para determinar a data da páscoa. Como o coelho era tido como um símbolo da lua, passou também a ser considerado um símbolo da páscoa.</p>
<p>Os coelhos são mamíferos, roedores, que se reproduzem de forma rápida, tendo <strong>Grande Fertilidade</strong>. O seu período de gestação não passa de quarenta dias, tornando-se símbolo da preservação da espécie.</p>
<p>Para os cristãos, a páscoa é marcada pela ressurreição de Cristo, pelo Seu renascimento, pelo surgimento de uma vida nova. Além disso, a Sexta-Feira Santa é a data assinalada pelo sofrimento e crucificação de Cristo.</p>
<p>Existem algumas curiosidades sobre a história do coelho da páscoa. Na Alemanha, as crianças esperam ovos dos coelhos. As crianças tchecas confiam que os presentes são ofertados por uma cotovia (ave campestre). Na Suíça, são os cucos que levam os ovos de presente e, no Brasil, a tradição do coelho, que veio no final do século XIX.</p>
<p>Outra história põe sentido à tradição do coelho, uma vez que este simboliza a Igreja. A Igreja tem a missão fecunda de propagar os ensinamentos cristãos, a palavra de Deus, para todos os povos (sem distinção), ou seja, aumentar a quantidade de discípulos. Assim, uma grande quantidade de pessoas é representada pela fertilidade do coelho.</p>
<p>Há uma lenda que marca a história do coelho da páscoa. Ela conta que uma mulher pobre, que não tinha como presentear seus filhos no domingo de páscoa, cozinhou alguns ovos de galinha e os pintou. Ela teve a ideia de colocá-los dentro de um ninho e escondê-los no quintal da casa, entre as plantas. Quando as crianças encontraram os ovos, um coelho apareceu por perto e fugiu, as crianças acreditaram que ele havia colocado os ovos para elas, assim a história se propagou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Origem do Ovo de Páscoa</span></h4>
<p>Na Páscoa, a celebração da morte e ressurreição de Cristo serve como um momento especial para que os cristãos reflitam sobre o significado da via e do sacrifício. Contudo, muitos não conseguem visualizar qual a relação existente entre essa celebração de caráter religioso com o hábito de se presentear as pessoas com ovos de chocolate.</p>
<p>Voltando no tempo em que o próprio cristianismo estava longe de se tornar uma religião. Em várias antigas culturas espalhadas no Mediterrâneo, no Leste Europeu e no Oriente, observamos que o uso do ovo como presente era algo bastante comum. Em geral, esse tipo de manifestação acontecia quando os fenômenos naturais anunciavam a chegada da primavera.</p>
<p>Não por acaso, vários desses ovos eram pintados com algumas gravuras que tentavam representar algum tipo de planta ou elemento natural. Em outras situações, o enfeite desse ovo festivo era feito através do cozimento deste junto a alguma erva ou raiz impregnada de algum corante natural.</p>
<p>Atravessando a Antiguidade, este costume ainda se manteve vivo entre as populações pagãs que habitavam a Europa durante a Idade Média. Nesse período, muitos desses povos realizavam rituais de adoração para Ostera, a Deusa da Primavera. Em suas representações mais comuns, observamos esta Deusa pagã representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçavam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos.</p>
<p>A entrada destes símbolos para o conjunto de festividades cristãs aconteceu com a organização do Concilio de Niceia, em 325 d.C. Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de ampliar o seu número de fiéis por meio da adaptação de algumas antigas tradições e símbolos religiosos a outros eventos relacionados ao ideário cristão. A partir de então, observaríamos a pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria.</p>
<p>No auge do período medieval, nobres e reis de condição mais abastada costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas. Até que chegássemos ao famoso (e bem mais acessível!) ovo de chocolate, foi necessário o desenvolvimento da culinária e, antes disso, a descoberta do continente americano.</p>
<p>Ao entrarem em contato com os maias e astecas, os espanhóis foram responsáveis pela divulgação desse alimento sagrado no Velho Mundo. Somente duzentos anos mais tarde, os culinaristas franceses tiveram a ideia de fabricar os primeiros ovos de chocolate da História. Depois disso, a energia desse calórico extrato retirado da semente do cacau também reforçou o ideal de renovação sistematicamente difundido nessa época.</p>
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<blockquote><p>Eu sei que muitos já tem conhecimento sobre a história de Jesus Cristo, na verdade eu pretendo publicar futuramente uma matéria sobre ele, mas para quem não conhece vou colocar um resumo.<a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/jesus3.jpg" rel="lightbox[5295]" title="Jesus"><img class="alignright size-full wp-image-5430" title="Jesus" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/jesus3.jpg" alt="" width="238" height="317" /></a></p>
<p><strong>Nascimento de Jesus</strong> – em 6 a.c., o imperador Augusto publicou um decreto definindo o recenseamento da população. Por isso José e Maria teriam viajado a Belém e Jesus nascido lá entre 6 a.c. e 4 a.c..</p>
<p><strong>Infância de Jesus</strong> – Jesus levava uma vida simples, sustentando-se da agricultura e aprendendo o oficio de José, além de segui-lo como profissão. Ajudava nos serviços domésticos e foi educado em casa (os meninos recebiam educação formal a partir dos 6 anos, já as meninas não). Jesus brincava normalmente (arqueólogos encontraram na região bonecos, chocalhos e tabuleiros), nas horas de folga a família de Jesus, assim como era costume, ia à sinagoga. Todos os anos seguia com seus pais a Jerusalém para a festa da Páscoa. Numa dessas viagens, aos 12 ou 13 anos, surpreendeu os líderes do templo religioso ao mostrar grande conhecimento sobre as Sagradas Escrituras.</p>
<p><strong>A Casa de Jesus </strong>– Jesus morava em uma casa rudimentar: um grande bloco de forma cúbica pintado de cal, só com uma porta, cujos batentes eram ornamentados por gravações com os mandamentos de Deus. Essa, aliás, era a única entrada de luz. Lá dentro havia só um cômodo, dividido em dois ambientes: um lado ficava para o gado, o outro para a família, que o usava ao mesmo tempo como cozinha, sala de jantar e quarto para dormir.</p>
<p><strong>O Militante Solteirão</strong> – À medida que crescia Jesus passara a questionar a hipocrisia dos líderes religiosos, que também controlavam a economia da região. Com isso, começou a pregar nas redondezas a necessidade de os pobres buscarem uma mudança de vida. Essa militância certamente teria contribuído para o fato de Jesus não ter se casado. “Embora a Bíblia fale do carinho de Maria Madalena (Lucas 7,37-38), ele era um solteirão” brinca o professor Fernando Altermeyer Júnior, do departamento de Teologia da PUC de São Paulo. “Era um militante que viajava para pregar sua mensagem. Como um Che Guevara.” No ano 27, quando segue para Cafarnaum, na Galiléia, é que começa de fato sua missão, falando às pessoas nas sinagogas e reunindo multidões em busca de cura para suas doenças. Por tudo isso passou a ser perseguido tanto pelo Império Romano como pelos líderes religiosos judeus.</p>
<p><strong>Idade em que Jesus Morreu</strong> – Segundo relatos de historiadores romanos, no ano 30 da era Cristã “morre Joshua (Jesus), filho de Youssef (José)”, ou seja, Jesus teria morrido com idade entre</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Páscoa Judaíca</span></h4>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Pascoa-Judaica.jpg" rel="lightbox[5295]" title="Pascoa Judaica"><img class="alignleft size-full wp-image-5438" title="Pascoa Judaica" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Pascoa-Judaica.jpg" alt="" width="300" height="263" /></a>Segundo a tradição judaica, há mais de quatro mil anos, Abraão – o grande patriarca dos judeus – era um dos habitantes da cidade de Ur. Nessa época, toda aquela região era tomada por religiões politeístas que prestavam rituais e as mais variadas homenagens a uma extensa gama de Deuses. Foi nesse tempo que, seguindo ao chamado  Divino, este lendário patriarca abandonou a sua terra natal em busca de Canaã, a terra prometida aos que seguissem o chamado do único e verdadeiro Deus.</p>
<p>Atendendo ao chamado do seu Deus, Abraão alcançou a terra de Canaã e por lá fundou os primeiros descendentes do povo judaico. No entanto, um período de grande estiagem e falta de alimentos forçou os judeus a se transferirem para o Egito em busca de melhores condições de vida. Após uma chegada relativamente amistosa, os hebreus acabaram sendo transformados em escravos dos egípcios e, desse modo, estiveram subjugados durante um bom tempo.</p>
<p>Em tempos de opressão, o governo egípcio ordenou certa vez que toda a população de bebês hebraicos fosse exterminada. Foi nessa época que o jovem Moisés escapou desse terrível decreto ao ser colocado em um cesto que vagueou pelas águas do rio Nilo. Encontrado pela filha do faraó, o jovem acabou sendo criado como um dos súditos da família real. Ao atingir a idade adulta, Deus teria surgido em um arbusto ordenando que ele promovesse a libertação definitiva dos judeus do Egito.</p>
<p>Negando-se a atender ao pedido Divino, o faraó foi alertado que sua intransigência seria severamente castigada com o envio de dez pragas que assolariam a população egípcia. Após sofrer com tamanha maldição, o governo egípcio permitiu que os hebreus saíssem daquela terra e voltassem até Canaã. Ao conseguirem tamanha proeza, os Judeus determinaram aquela data como uma das mais importantes de seu calendário religioso.</p>
<p>Conhecida como <em>pessach (passagem)</em>, a Páscoa Judaica celebra a libertação do Egito e reitera o laço para com o Deus que teria possibilitado a execução daquela memorável vitória. Ao longo do tempo, observamos que essa celebração vai ganhando contornos mais estáveis e se aproximando dos eventos e rituais que hoje marcam tal celebração. Para alguns estudiosos, a celebração de tal evento foi crucial para que a comunidade judaica preservasse seus laços nos mais diferentes lugares em que viveram e ainda vivem.</p>
<p>Na noite de celebração da páscoa, as casas devem estar limpas e arrumadas, e todo um conjunto específico de talheres é utilizado na celebração. Além disso, qualquer tipo de alimento fermentado tem o seu consumo proibido. No dia antes do pessach, a família deve jejuar em homenagem aos primogênitos que não foram atingidos pela última das maldiçoes egípcias. Daí em diante, várias refeições e narrativas são intercaladas como forma de se reforçar o significado da páscoa para os judeus.</p>
<p>Cada um dos alimentos empregados relembra a experiência que os judeus tiveram no tempo em que viveram no Cativeiro do Egito, as dez pragas impostas e os milagres divinos que os retiraram daquele lugar. Em diversas ocasiões, vemos que a participação das crianças reforça o ideal de renovação das tradições e sugere que elas internalizem o significado daquela solenidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Ser Pleno de Fé</span></h4>
<p>Depois dessa passada na história da Páscoa, entender toda a simbologia que é comemorado tenho a dizer que devemos continuar rezando, nos esforçando e nos policiando. Vamos continuar nos ligando às Forças Divinas (independente de sua crença, de sua religiosidade), a todos nossos amparadores, seres espirituais Divinos, que sempre têm uma palavra, um sentido e uma vibração amorosa para conosco. Sei que não é fácil, é entrar em uma <strong>Disciplina de Fé e de Crença</strong>, com a racionalidade mais ativa e mais controlada, com o propósito revivido diariamente e determinadamente. Somos seres em evolução e não sabemos lidar, mas aprendendo com nossa fé, com nossa <strong>Plenitude da Fé</strong>.</p>
<p>Estamos entrando na Sexta Feira Santa e podemos aproveitar o belo exemplo que Jesus nos deixou sobre a sua vivência, sua atitude e seu sentimento manifestado <strong>Pleno de Fé</strong>.</p>
<p>Jesus foi perseguido, violentado, crucificado, assassinado, ou seja, foi morto pela <strong>Plena Fé em Seu Pai, </strong>ou seja no que ele acreditava, mesmo sob a tentação da riqueza, nos diversos momentos de traição, na certeza da injustiça e no auge da dor, Jesus <strong>Nunca</strong> deixou de <strong>Ser Pleno na Sua Fé</strong>. E foi baseado nessa plenitude que sua cruz foi erguida, que seus pulsos foram perfurados e espinhos encravados.</p>
<p>Refletindo sobre isso penso que devo eu continuar rezando ou orando para o bem, eu sempre digo que<strong> &#8220;A oração, o ato de rezar é a melhor vacina para este mundo&#8221;.</strong> Não sendo feito no automático, eu tenho que rezar por exemplo uma Ave Maria sentindo o que aquelas palavras realmente diz, fazer com o <strong>Coração</strong>, com o <strong>Amor Pleno</strong>, a oração é o ato de conversa e de maior conexão com as Divindades que nós temos.</p>
<p>Amor este que Jesus sentiu por seu Pai, sentiu pela humanidade no ato que foi crucificado. E posso eu também sentir tudo isso por meus filhos, por meus amigos e aqueles que julgo serem inimigos, e por toda a humanidade, basta<strong> Estar e Ser Pleno na Sua Fé</strong>.</p>
<p>Uma Excelente Páscoa à Todos!</p>
<h4><span style="color: #000000;"><em><strong>Gostou Desta Matéria?</strong></em></span></h4>
<p><span style="color: #000000;"><strong><em>Então, Comente! <span style="text-decoration: underline;">Publique</span> sua <span style="text-decoration: underline;">Opinião</span> e traga <span style="text-decoration: underline;">Sugestões</span> para futuras matérias. </em></strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><em>Assim poderemos interagir, para se ter um blog com bons conteúdos, que traga benefícios a todos nós Leitores.</em></strong></span></p>
<blockquote><p><span style="color: #333333;"><strong>Fontes</strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;">Matéria baseada do blog Minha Umbanda</span><br />
<span style="color: #333333;"> Escrito por Mãe Mônica Caraccio – Umbanda Carismática</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Equipe Brasil Escola</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Por Jussara de Barros - Graduada em Pedagogia</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Por Rainer Sousa - Graduado em História</span></p>
<p><span style="color: #333333;">[1] Baseado na Coleção Descobrindo a Páscoa, Edições Chocolate.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">[2] A vitória da Páscoa, Georges Chevrot, Editora Quadrante, São Paulo, 2002</span></p>
<p><span style="color: #333333;">[3] Vida Eucarística, José Manuel Iglesias, Editora Quadrante, São Paulo, 2005</span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Quaresma o Renascimento</title>
		<link>http://vidaespiritualidade.com.br/quaresma-o-renascimento/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Apr 2011 04:03:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Molina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Exercitando a Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias da Colunista Mônica Molina]]></category>
		<category><![CDATA[Ritos e Rituais]]></category>
		<category><![CDATA[Católicos Cristãos]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Pessach]]></category>
		<category><![CDATA[Quaresma]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta-feira]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta-feira cinza]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Santa]]></category>
		<category><![CDATA[Sexta Feira Santa]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Quaresma é o período reservado para a Reflexão Espiritual &#160; Estamos vivendo o período da Quaresma, sabemos que começa depois do Carnaval na Quarta-feira de cinzas e vai até a véspera da Sexta-feira Santa. Neste período, temos que ter muita cautela, pois literalmente dizendo o &#8220;bicho está solto&#8221;, pois é um período que os espíritos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><em><span style="color: #000000;">Quaresma é o período reservado para a Reflexão Espiritual</span></em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estamos vivendo o período da Quaresma, sabemos que começa depois do Carnaval na Quarta-feira de cinzas e vai até a véspera da Sexta-feira Santa.</p>
<p>Neste período, temos que ter muita cautela, pois literalmente dizendo o &#8220;bicho está solto&#8221;, pois é um período que os espíritos sofredores conhecidos como obsessores, kiumbas, ficam muito atuantes e bem ativos.</p>
<p>Algumas religiões tomam seus devidos cuidados, orientando seus fiéis, como a Igreja Católica, Umbanda e Candomblé.</p>
<p>E é bem o que eles orientam, é um período de introspecção, meditação, pensamentos positivos.</p>
<p>E é nesta matéria que aprenderam mais sobre a tão dita Quaresma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas, afinal <strong>O que é Quaresma? Qual seu Significado?</strong></p>
<p><strong>E o porque as datas do Carnaval, Sexta Santa e Páscoa é sempre diferente?</strong></p>
<p><strong><span id="more-5293"></span></strong></p>
<p><a style="font-weight: bold;" href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Fé.jpeg" rel="lightbox[5293]" title="Fé"><img class="alignleft size-full wp-image-5316" title="Fé" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Fé.jpeg" alt="" width="326" height="202" /></a>A palavra Quaresma vem do latim para quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecede a festa ápice do Cristianismo: a Ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa, prática que vem desde o século IV. Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão e a conversão espiritual, ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual e é neste período, em especial, que os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais. Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração, jejum e penitência a fim de preparar o espírito para a acolhida do <strong>Cristo Vivo</strong>, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. <strong>Todas as religiões</strong> <strong>têm períodos voltados à reflexão</strong>, eles fazem parte da disciplina religiosa e cada doutrina tem seu calendário específico para seguir.</p>
<p>O costume de jejuar na Quaresma, é proposto pela Igreja principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira Santa. Pela lei da Igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.</p>
<p>O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela Igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e revertê-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.</p>
<p>A Quaresma dura na verdade 47 dias, uma vez que no calendário litúrgico os domingos não são contados, perfazendo então 40 dias. A duração da Quaresma está baseada no simbolismo do número quarenta na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material e os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na Terra, com suas provações e dificuldades. Nesta, fala-se dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito…</p>
<p>Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias e assim surgiu a Quaresma. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência, o que explica o fato das imagens católicas serem cobertas com um manto roxo nesse período. A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista a justiça, a paz e o amor em toda a humanidade.</p>
<p>Os rituais e as celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da Semana Santa. Os ramos simbolizam a vida de Jesus, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.</p>
<p>Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira Santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.</p>
<p>Depois, vem a celebração da Sexta-feira da Paixão, também conhecida como Sexta-feira Santa, que celebra a morte de Jesus, às 15 horas. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.</p>
<p>No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo. Vale lembrar que no Sábado de Aleluia acontece o ato de malhar os bonecos que representam Judas Iscariotes (o traidor de Jesus Cristo).</p>
<p><strong>Curiosidade</strong>: Você sabia que a data da quaresma e do carnaval é determinada pelo Vaticano? Sabemos que o carnaval e a quaresma caem todos os anos em datas diferentes, pois são regidas pela Páscoa que é também uma data móvel. No entanto, poucos sabem que o dia de Páscoa é estabelecido pela Igreja há séculos. No Brasil podemos conhecer essa data estabelecendo o primeiro domingo depois da primeira Lua Cheia de outono, que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas sim a definida nas Tabelas Eclesiásticas. É preciso localizar o primeiro domingo depois da primeira lua cheia da primavera de Roma (hemisfério norte) usando os critérios gregorianos. A igreja, para obter consistência na data da Páscoa, decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C., definir a Páscoa através de uma Lua imaginária conhecida como a “lua eclesiástica”.</p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Quaresma na Umbanda</strong></span></h3>
<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #333333;">Por Babalaô Ronaldo Antônio Linares<br />
Federação Umbandista do Grande ABC</span></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><a style="font-weight: bold;" href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Filhos-de-fé.jpg" rel="lightbox[5293]" title="Filhos de fé"><img class="alignright size-full wp-image-5312" title="Filhos de fé" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Filhos-de-fé.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a>A Umbanda e o Candomblé têm tudo a ver com o período colonial brasileiro, ou seja, com a época que, para a vergonha de todos nós, o poder branco europeu instituiu a escravidão dos negros para a salvação de suas almas. Dizia-se que escravizar era a forma de fazer com que os negros, e consequentemente suas crenças nos Orixás africanos, se tornassem bons cristãos para salvarem suas almas. Com esse pensamento hipócrita e depois de fracassarem nas tentativas escravizar os índios brasileiros, a Igreja Católica Apostólica Romana, atendendo às solicitações do Bispo espanhol Dom Bartolomeu de Las Casas, conseguiu do Papa a autorização para que se importassem da África os negros escravos, alegando que a igreja de Cristo não permitia que se fizesse escravo um homem livre, mas nada tinha a opor que se utilizasse (ou que se comprasse, como se fosse qualquer mercadoria) um homem que já era escravo. Desta forma, contrariando o verdadeiro ensinamento de Cristo, a igreja importou milhões de negros nos quatro séculos que durou a escravidão. Depois o Papa pediu perdão e ficou tudo por isso mesmo …</p>
<p>Ironias e hipocrisias à parte, as cortes europeias, com o apoio dos padres, durante mais de quatrocentos anos tentaram impor aos negros, mestiços e mesmo aos brancos desafortunados seus valores e sua religião mesmo que, invocando Nosso Senhor Jesus Cristo, mantivesse a riqueza da nobreza europeia à custa da dor, do sofrimento e do sangue destes infelizes africanos. Obrigando-os se tornarem cristãos, os negros tinham que renegar suas crenças ao tomarem nomes cristãos e ao cumprirem todo o ritual cristão para não serem punidos pelos senhores brancos.</p>
<p>Quatrocentos anos de escravidão tornaram o Brasil um país de mestiços. Cinquenta por cento, ou mais, de sua população é de origem africana. Por isso é que, mesmo mantendo por todo esse tempo sua verdadeira crença nos Orixás, foi preciso esconder suas práticas religiosas nos rituais cristãos. Nosso Calendário Litúrgico é cristão, então, São Jorge passou a ser Ogum; Nossa Senhora virou Iemanjá, Oxum e assim por diante, sempre ocultando dos brancos suas verdadeiras crenças pois sabiam que, se um dia conseguissem se libertar, só seriam aceitos de volta em sua terra se mantivessem seu próprio idioma, suas crenças, seus hábitos e costumes. Como parte dessa cultura religiosa <strong>Imposta</strong> ficou para nós o já elaborado Calendário Cristão e, como ponto alto desse mesmo calendário, está a prática medieval de se observarem os quarenta dias de resguardo da Quaresma que antecedem a Sexta-Feira Santa e a Páscoa.</p>
<p>A princípio a igreja se mantinha de luto por quarenta dias, começando na Quarta-Feira de Cinzas. Os altares e as capelas menores eram cobertos com panos roxos (Nana?). Toda atividade artística alegre cessava e os Terreiros que funcionavam escondidos, temendo represálias por serem descobertos, cessavam suas atividades. Considerando que as atividades com os chamados Guias de Luz e com os Orixás estão paradas valem-se disso os que trabalham nas sombras, os espíritos dos malignos que aproveitam-se de estarem desprevenidos os homens bons para promoverem o mau.</p>
<p>A tradição de se fechar os Templos de Umbanda quando não havia liberdade de crença, não tem razão de ser no mundo atual. Muito ao contrário, é nessa época que <strong>Não Devemos Parar</strong>, é nessa época em que a quimbanda maligna trabalha à vontade, que o Templo deve estar preparado para, com o auxílio das Entidades de Luz, denunciar qualquer trabalho negativo que tenha sido feito para atrapalhar seus Filhos de Fé ou frequentadores. Atualmente, interromper os trabalhos do Templo na Quaresma é descabido, é ingenuidade, é desconhecer que os inimigos trabalham nas trevas e que, se não temos o Preto- Velho, o Caboclo ou qualquer entidade que possa nos avisar do mau feito, estaremos desprotegidos, descobertos, ou seja, nas mãos dos inimigos. É preciso <strong>Urgentemente</strong> esclarecer que a Quaresma não é Afro, é hebraico-europeia, e que já não é preciso se esconder de ninguém, pois nossa Constituição nos assegura o direito à liberdade de crença e os padres já não podem mais nos queimar nas fogueiras da inquisição.</p>
<p>Por isso, vamos abrir nossos Templos de Umbanda na Quaresma e cuidar com amor dos nossos Filhos de Fé.</p>
<blockquote>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Este assunto é bem fascinante, nos põe a pensar que temos toda esta energia seja pelo cristianismo, umbanda, ou outra religião que faz com que seus fiéis pensem, reflitam neste renascimento evolutivo que é buscado a cada dia, mesmo você não tendo religião pode-se usufruir também desta grande egregóra que se forma neste período que vai até a Páscoa.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h4><em>Boas Introspecções e Reflexões Espirituais à Todos!</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<div><span style="color: #333333;"><strong>Fontes</strong></span></div>
<div id="_mcePaste">
<p><span style="color: #333333;">Matéria baseada do blog Minha Umbanda</span><br />
<span style="color: #333333;"> Escrito por Mãe Mônica Caraccio – Umbanda Carismática</span></p>
</div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #333333;">CNBB &#8211; Conferência Nacional dos Bispos do Brasil</span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #333333;">Arquidiocese de São Paulo &#8211; Vicariato da Comunicação</span></div>
</blockquote>
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		<title>CRIANÇAS ENTENDENDO SOBRE REENCARNAÇÃO</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 20:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Molina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Exercitando a Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mangás e Gibis]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias da Colunista Mônica Molina]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Bento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Espíritos]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Magali]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Reencarnação]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá à todos! Como devemos falar com nossas crianças quando nos perguntam sobre a Morte? Como devemos conversar com elas para que entendam e aceite que a morte não é algo macabro como é visto e mostrado para elas pela sociedade que se vive? Existem três histórias que Mauricio de Souza publicou à alguns anos,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá à todos! Como devemos falar com nossas crianças quando nos perguntam sobre a Morte?</p>
<p>Como devemos conversar com elas para que entendam e aceite que a morte não é algo macabro como é visto e mostrado para elas pela sociedade que se vive?</p>
<p>Existem três histórias que Mauricio de Souza publicou à alguns anos, e assim fica muito mais fácil através de uma linguagem que elas entendam que é através dos Gibis para que nossas crianças e também nós mesmo possamos entender de um modo mais sútil e muito mais belo.</p>
<p style="text-align: center;"><span id="more-4888"></span><strong><span style="color: #808080;">____________________________________________________________</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>primeira</strong> história é da <strong>Magali</strong>, contando suas reencarnações (existências) e explicando o porque que ela se tornou tão comilona.</p>
<p>A <strong>segunda</strong> é a do <strong>Chico Bento</strong>, que teve uma irmãzinha que acabou morrendo por causa de uma doença, e explicando o motivo desta doença e desse desencarne.</p>
<p>A <strong>terceira</strong> é continuação, onde a irmãnzinha de Chico Bento retorna para dar um presente em seu aniversário.</p>
<p>São histórias emocionantes (confesso que a do Chico Bento eu chorei), vale a pena ler para nossas crianças.</p>
<p>Não coloquei essas histórias dos gibis aqui pois existem os direitos autorais de Mauricio de Souza, mas estou colocando os links para que acessem direto do site da Turma da Mônica e se encantem como eu.</p>
<p><strong><em>Parabéns Mauricio de Souza pela sua arte estar trazendo a espiritualidade por gerações e gerações.</em></strong></p>
<p><a href="http://www.monica.com.br/comics/reencarnacao/welcome.htm" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-5092" title="Magali Reencarnação" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Magali-Reencarnação-e1300907491362.gif" alt="" width="580" height="116" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.monica.com.br/comics/reencarnacao/welcome.htm" target="_blank">http://www.monica.com.br/comics/reencarnacao/welcome.htm</a></p>
<p><a href="http://www.monica.com.br/comics/mariana/welcome.htm" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-5093" title="Chico Bento Estrelinha Mariana" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Chico-Bento-Estrelinha-Mariana-e1300907688152.gif" alt="" width="580" height="82" /></a></p>
<p><a href="http://www.monica.com.br/comics/mariana/welcome.htm" target="_blank">http://www.monica.com.br/comics/mariana/welcome.htm</a></p>
<p><a href="http://www.monica.com.br/comics/estrelinha/welcome.htm" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-5098" title="Chico Bento Presente de Uma Estrelinha" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Chico-Bento-Presente-de-Uma-Estrelinha-e1300908080417.gif" alt="" width="580" height="108" /></a></p>
<p><a href="http://www.monica.com.br/comics/estrelinha/welcome.htm" target="_blank">http://www.monica.com.br/comics/estrelinha/welcome.htm</a></p>
<p style="text-align: justify;">Vejam um vídeo infantil produzido pela TVCEI, que fala sobre os espíritos, para que as crianças tirem todas as &#8220;programações&#8221; que a sociedade impõe e as deixam com medo de nossos amigos que sempre nos acompanham.</p>
<p style="text-align: justify;">E convido aos amigos depois de ver o vídeo e ler os gibis à voltar nesta matéria e postarem seu comentários.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="640" height="510" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/caVXi4iT0Qw?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="510" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/caVXi4iT0Qw?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>UM BRASILEIRO ACIMA DE TUDO HUMANISTA</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 10:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Molina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Exercitando a Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias da Colunista Mônica Molina]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonia]]></category>
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		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Sábias Palavras]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá Pessoal! Trago uma mensagem, onde o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e senador Cristóvam Buarque, demonstrou  num debate à uma universidade nos Estados Unidos, antes de ser um político acima de tudo está a sua Humanidade, respondeu com palavras de grandes sabedorias sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. Infelizmente  sua esplêndida atuação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img title="Mais..." src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />Olá Pessoal! Trago uma mensagem, onde o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e senador Cristóvam Buarque, demonstrou  num debate à uma universidade nos Estados Unidos, antes de ser um político acima de tudo está a sua Humanidade, respondeu com palavras de grandes sabedorias sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. Infelizmente  sua esplêndida atuação foi vetada evitando que aparecesse nos jornais. É mesmo lamentável!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #808080;"><span id="more-1719"></span></span></strong><span style="color: #808080;"><span style="color: #999999;">____________________________________________________________</span></span></p>
<p>O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro.<a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/03/floresta-brasil.jpg" rel="lightbox[1719]" title="Floresta Brasileira"><img class="alignright size-full wp-image-7280" title="Floresta Brasileira" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/03/floresta-brasil.jpg" alt="" width="312" height="754" /></a></p>
<p>Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:</p>
<p>De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.</p>
<p>Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de <strong>Comer</strong> e de ir à <strong>Escola</strong>.<br />
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.<br />
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Só Nossa!</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #000000;">Fica registrado e que nos sirva de exemplo que antes de Ser um Brasileiro, devemos Ser Humanistas.</span></h4>
<p><strong>Um Grade Abraço e Muita Luz a Todos!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Chamado Mítico</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 10:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Molina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Exercitando a Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias da Colunista Mônica Molina]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Chamado Mítico]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos do Sol]]></category>
		<category><![CDATA[Gaia]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta Terra]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos despertar e nos entregar para cumprir nossa missão, função e obrigação para ajudar Gaia (nome do espírito da Terra) e nos ajudar a se evoluir! A emoção que sinto toda vez que leio este texto, nem consigo explicar! É Maravilhoso! ____________________________________________________________ Faz um tempo, um grande concílio foi convocado e um chamado mítico foi emitido aos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos despertar e nos entregar para cumprir nossa missão, função e obrigação para ajudar Gaia (nome do espírito da Terra) e nos ajudar a se evoluir!</p>
<p>A emoção que sinto toda vez que leio este texto, nem consigo explicar!</p>
<p>É Maravilhoso!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #808080;"><span id="more-1355"></span><span style="color: #808080;">____________________________________________________________</span></span></strong></p>
<p>Faz um tempo, um grande concílio foi convocado e um chamado mítico foi emitido aos inumeráveis Seres de Luz, os Meninos do Sol, os Anjos Alados, os Mensageiros do Sol, os Guerreiros do Arco-Íris e outros seres luminosos de muitos sistemas estelares.</p>
<p><a href="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Sementes-de-Aquarius.jpg" rel="lightbox[1355]" title="Sementes de Aquarius - Por Mário Diniz"><img class="alignleft size-full wp-image-5003" title="Sementes de Aquarius - Por Mário Diniz" src="http://vidaespiritualidade.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Sementes-de-Aquarius.jpg" alt="" width="262" height="386" /></a>Num momento da reunião o Amor das Galáxias Giratórias <strong>&#8220;O Grande Espírito&#8221; </strong>entrou enchendo de graça com sua luz celestial e com as seguintes palavras:</p>
<p>- Estão convidados a encarnar em um mundo, onde uma grande transformação tomará lugar. Vocês, que responderem a este <strong>Chamado</strong>, irão a um lugar planetário, onde as ilusões do temor e da separação são fortes mestres.</p>
<p>Chamo aqueles com o Dom e Talento necessários para que lá atuem como meus emissários, para elevar e transformar as freqüências do Planeta Terra, simplesmente incorporando e ancorando a presença do amor! Nesse mito vocês serão os criadores de uma nova realidade, a realidade da <strong>Oitava Dourada</strong>. Em outras viagens cada um de vocês comprovaram ser um navegante intuitivo capaz de despertar suas conciências e alinhar seu coração ao impulso do Amor Puro e do Serviço Compassivo.</p>
<p>Como mensageiros do Sol e portadores da tocha, vocês demonstraram que manterão a Luz no alto, e assim, os convido a encarnar massivamente entre as tribos da Terra para ajudar a <strong>Gaia</strong> e todos os seus filhos na sua transformação. Esta é a parte do plano em que vocês serão velados pelo esquecimento. Contudo lembrem-se, por enquanto, de que o sentimento da inocência infantil e da confiança chegarão a ser os acionadores harmônicos neste ciclo de começo para a Terra.</p>
<p>Encarnarão estratégica e seguidamente em algumas áreas vibracionais mais densas do planeta. Para alguns, esta ilusão de separação do amor poderá criar sentimentos de desolação, falta de apoio e alienação, mas reconhecendo sua Humanidade, seu Amor transformará as Profundezas da Dualidade e sua Luz animará a muitos. Sua participação neste desafio é puramente voluntária, porém esta mudança transformadora sobre a Terra é extraordinária e precisa. Se vocês chegarem a aceitar esta missão, terão a oportunidade de catalisar e sintetizar tudo o que alcaçaram durante muitas encarnações, recebendo um extraordinário oferecimento de um Salto Quântico de suas consciências.</p>
<p>É importante para vocês escolherem como dançar com a Terra Gaia e seus filhos, enquanto ela completa sua cerimônia de Luz.<span style="color: #000000;"> De tal modo falou o Criador à Luz da Galáxias Giratórias. E foi assim que os seres luminosos, que formaram as inúmeras alianças, federações e conselhos dos fiéis das estrelas, escolheram encarnar no Planeta Terra para ajudar neste crucial evento &#8220;<strong>O Despertar do Sono Planetário</strong>&#8220;. Foi elaborado um processo de proteção do plano, para despertar a esses seres da ilusão, da separação e do véu do esquecimento, que é tão comum sobre a Terra. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os seres luminosos que viajaram para ajudar Gaia concordaram em Avivar uns aos outros a lembrança. Assim, essas sementes estelares deixaram códigos de várias formas, como Sons, Cores, Luzes, Imagens, Palavras e Símbolos, uma ressonância vibracional, que os ajudaria a recordar seu compromisso com a <strong>Luz</strong>. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ficou estabelecido que essas chaves codificadas apareceriam em todas as partes &#8220;na Arte, na Música Vibracionária, em Olhares Penetrantes, em Conversações e Sentimentos,&#8221; tudo criando um profundo desejo de despertar e chegar a ser <strong>Encarnação do Amor</strong>.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">- Assim vocês os Filhos do Sol, estão agora sendo banhados com a água da recordação, preparados como guerreiros do Arco-Íris, para completar a promessa do novo e antigo mito, simplesmente assegurando a presença do Amor na Terra. Sua escolha amorosa descansará no manto dos Deuses, enviando ondas de cura e de amor, pelo corpo receptivo de Gaia. E enquanto despertam neste tempo, seus dons despertarão e habitarão a outros, utilizando as ferramentas do Riso, do Canto, da Dança, da Alegria, do Gozo, da Confiança e do Amor. Vocês estarão criando uma profunda onda de transformação, que transmutará as limitações do antigo mito da dualidade e da separação, realizando o Milagre da Paz e da unidade sobre a Terra. Utilize os seus dons em benefício de Gaia. Numa supernova de consciência, Gaia e seus filhos ascenderão em vestimentas de luz, formando um Luminoso Corpo de Luz e de Amor, para renascer em direção as estrelas. O Chamado Mítico foi emitido. O grande desafio começou.</span></p>
<blockquote><p><span style="color: #000000;">- <strong>Despertem Guerreiros do Arco-Íris, Mensageiros do Sol, Seres Luminosos das Alianças Galácticas, Federações e Concílios</strong>. </span></p></blockquote>
<p><span style="color: #000000;">Antigos caminhantes do céu graduados novamente neste momento, permaneçam na beleza e no poder de Gaia. Deixem de lado a desconfiança, vocês são os Filhos Divinos do Sol, vão para onde seus corações o levem, afim de compartilhar seus Grandes Dons.</span></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<h4><strong><span style="color: #000000;">- Entreguem-se à Mágia na Terra.<br />
- Lembrem-se de que Dançamos e Cantamos aqui por um único Coração!</span></strong></h4>
<blockquote><p><span style="color: #000000;"><br />
</span><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #808080;">Fontes</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Imagem de Destaque &#8211;  Ponte de Arco-Íris para o Sol Central<br />
Imagem à esquerda &#8211; Sementes de Aquarius<br />
Por Meu Querido Mestre Mário Diniz</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Texto do Calendário do Novo Tempo<br />
13 Luas de 28 dias &#8211; Ano Tormenta Galáctica Azul</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Revista ViaLuz</span></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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